Sunday, April 22, 2012

despachada: Yes, Dear


Esta série teve um percurso estranho. Não sei o que aconteceu. Na altura não havia tanta informação disponível sobre os meandros das séries, ou então era eu que não tinha o sensor apontado para estas coisas. O que é certo é que a à quarta temporada eles podiam fazer um pouco de tudo. Aparecer noutros programas que estavam na berra. Tinham uma data de gente de fora da área a aparecer como convidados: músicos, pilotos de automóvel, etc. A série terá atingido um auge em termos de popularidade por esta altura. Só que na quinta temporada a coisa já não era bem assim. Menos episódios. Um enredo geral mais confuso. Falta de direcção. Episódios fora de ordem. Na sexta regularizou um pouco, mas continuou a ter menos episódios e dá a impressão que foi cancelada a meio. Quando uma série chega a este número de episódios/temporadas é comum fazer-se um episódio de despedida, com uma história mais comovente. Não foi o caso. Claro que podia investigar agora. De certeza que algures alguém terá alguma teoria ou mesmo os factos. Mas isso daria demasiado trabalho.

Eu gostava de Yes, Dear. Ao ver agora notei que havia uma repetição demasiado grande de determinados artifícios, para além da base ser sempre a mesma: um gajo a mandar vir com o outro e as mulheres a mandar vir com os maridos, sendo que elas eram mais personagens secundárias que outra coisa. Em todo o caso, queria ter a vida do Jimmy, mais que não seja porque está casado com a Christine. Sim, ele era um idiota simples, mas era feliz, mesmo tendo pouco. E toda a gente gostava dele. Quem é que não gostava do Jimmy?

Pena que a série tenha sido cancelada, apesar de não ter muito mais para dar. No entanto, mais importante é que, graças ao cancelamento, tivemos My Name is Earl e temos Raising Hope. Vendo assim, até valeu a pena.

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