Saturday, August 4, 2012
despachada: The Event
O que é «O Evento»? É quando os extra-terrestres aterraram na Terra há 50 anos atrás? É quando esses mesmos extra-terrestres estão quase, finalmente, a ser libertos de custódia secreta do governo dos EUA? É quando eles impedem um atentado ao presidente teleportando um avião? É quando um geek de informática se transforma num herói de acção, só porque prometeu ao futuro sogro que protegeria sempre a sua filha? É quando uma espia má da fita ajuda os personagens principais que tentou matar (entre outras coisas) no início da temporada, tornando-se assim «boa-da-fita»? É a nova «excursão» de extra-terrestres que chega no final da temporada, com «armas e planeta» (literalmente) em peso? A minha aposta era que «O Evento» fosse a eleição para presidente dos EUA um afro-latino-americano, filho de pais cubanos que entraram ilegalmente no país. Presidente esse que frequentou uma universidade de elite (recordo a questão de pais pobres, ilegais no país), para além de estar casado com outra filha de emigrantes ilegais cubanos. Afinal não. No último episódio revelam o que é «O Evento» e, sinceramente, não vale o esforço de ver 22 episódios para descobrir.
Tuesday, July 31, 2012
despachada: Angry Boys
Acho que já não tenho paciência para esta coisa de one-man shows. Ok, és um rapazito talentoso, sabes fazer vários tipos de maneirismos e tens uma panca por vestires-te de mulher. Parabéns. Não quer dizer que devas ter um programa de televisão só teu. Há para aí mais actores. Talvez não na tua ilha, mas por aí.
Angry Boys começou banal e sem muita piada. Lá apareceram mais personagens e a coisa compôs-se. O final até que foi agradável e bem construído. O projecto em si, de 12 episódios, está giro e funciona bem, com todas as histórias separadas a fazerem um belo embrulho, com direito a laçarote e tudo. Há é toda a questão das várias facetas do mesmo gajo, que nunca encheram-me as medidas... salvo seja. E piada. Piada teve pouca.
despachada: Grace Under Fire
O Chuck Lorre tem uma apetência não só para criar séries de sucesso, como para armar brigas com as respectivas estrelas. Em defesa de Lorre, tanto Charlie Sheen (Two & a Half Men) como Bret Butler (aqui do Grace Under Fire) já provaram ser pessoas que não jogam com as cartas todas do baralho. Tudo menos em defesa de Lorre, eles ficaram malucos precisamente depois do estrelato (entenda-se «rios de dinheiro») que estas séries proporcionaram. Muito antes do disparo de Sheen o ano passado, Butler conseguiu expulsar Lorre do processo criativo de Grace Under Fire, uma série que não teve muito sucesso cá, mas que era bastante apelativa aos americanos do sul. GUF, como T&aHM ou mesmo o Big Bang Theory, funcionam porque falam para determinados segmentos, porque têm uma dinâmica divertida de grupo e porque tocam sempre em assuntos comuns a maior parte das pessoas: sexo, pobreza, família, trabalho, relações e sexo. Serão básicas, sim, mas sempre entretenimento agradável de se ver. «Give the people what they want» será a máxima de Lorre. E GUF não é excepção. Eu gostava de ver na TVI, há muitos anos atrás, enquanto miúdo. Butler tem piada. E dois ou três personagens da série eram hilariantes. Visto como um bolo, tudo de enfiada, e não numa rotina semanal, GUF apresenta buracos de história e incongruências de comportamento, o que estraga não só a série como os personagens. E dá para ver também os pontos em que Butler começou a enlouquecer. A partir de certa altura a série a perdeu-se um pouco. Mais que não seja temos o exemplo flagrante da actriz que interpretava a melhor amiga de Butler. Ela não aparece na última temporada porque já não aguentava com os problemas que vinham do vício de Butler em drogas para as dores de costas. Acho que tornou-se mesmo um mau ambiente de trabalho, naquele set. Tudo à custa da diva que sim, enlouqueceu mesmo. Ela lá largou as drogas mas acabou por largar também a carreira de sucesso, não tanto por opção. Pelo meio começou a falar com espíritos e ficou «doente de magra». A sério. Ela tem um ar esquisito à brava e fala da questão dos espíritos com aquele olhar perdido, digno dos melhores maluquinhos. É pena, porque como cómica era muito boa.
Sunday, July 29, 2012
despachada: How to Make it in America
Fui importunado de forma veemente para ver esta série. Nada que já não estivesse no plano, mas havia pressas, pelos vistos. Como me foi vendido - como aliás foi vendido a toda a gente - é que seria um Entourage, versão NY. Com tudo o que isso implica. Com pinta sempre (em comum), mas mais inteligente, mais «simples», com mais trabalho (diferente). O enredo focar-se-ia não tanto na parte de sucesso da vida dos jovens, mas mais na caminhada para esse sucesso. O empreendedorismo, o suor, a luta... Balelas! Falamos dum conjunto de meninos pintas que farão tudo para ter sucesso, sendo essa a parte importante. O sucesso, não a caminhada. A ideia é ter fama e fortuna. Mais fama, vá. A ideia é ser conhecido ao entrar em festas. A ideia é ser convidado para todas as festas. A ideia é que te imitem. E assim que o fizerem, passas a fazer outra coisa. Lembra algum movimento/estilo criado recentemente? Não há paciência.
As minhas críticas (aqui negativas, entenda-se) não se ficam pela «mensagem»/história. Gosto muito deste elenco. Não vejo o Guzman como durão kingpin de bonecas Barbie, mas acedo que apareça. É bom actor e a sua personalidade adequa-se em vários momentos. Bryan Greenberg é alguém que já vi brilhar noutras coisas. Aqui parece que está sempre com a mesma cara de parvo. A Lake Bell passou a irritar-me, a partir de certa altura. O gajo do American Pie não fez nada de novo. A única que gostei de ver foi a Gina Gershon, mas mais porque acho-a atraente e aqui estava um mulherão. Talvez tenham sido os personagens e toda a sua pomposidade típica de elitismo nova-iorquino, mas deste grupo bastante talentoso não se tira nada em duas temporadas.
Então se isto é apenas uma versão do Entourage, porque gosto duma e não da outra. Porque enquanto na versão californiana eles são americanos parvos de propósito e estão-se a c@g@r, a versão nova-iorquina de americanos parvos acha-se genuinamente superior. E isso é só estúpido.
despachada: Pretend Time
Nick Swardson é (não) conhecido pelos seus personagens «terciários» em filmes do Adam Sandler e em séries como o Reno 911, para além dumas outras comédias estúpidas (no bom sentido). Como com maior partes dos cómicos de stand-up (que conhecem actores famosos), foi dada a Swardson a oportunidade de ter o seu próprio programa de sketches. E ele agarrou essa oportunidade com todos os seus membros. Toooooodos. Os sketches são do mais vil e infantil que alguma vez vi. Há um, onde o próprio explicou, que tiveram que mudar o guião porque não conseguiam encontrar actriz que estivesse disposta a fazer a versão original. Tenho que admiti-lo, há uns geniais... se bem que eu não tenho qualquer problema com dick and fart jokes. Se bem que isto vai para além das d&f jokes, isto chega a dick, pussy, excrement, semen and fart jokes. Há um recorrente (apareceu duas vezes) em que encontrava um casal e todos se conheciam, mas não sabiam de onde. Então enquanto que o casal dava exemplos como «será das aulas de culinária?», Swardson ia ao limite com coisas como «foram vocês que me venderam a carrinha de gelados que fecha do lado de dentro?». Não houve limites para o humor de Swardson e ainda bem. Ou melhor, com pena minha houve um limite, sim. Um limite chamado «cancelamento».
Saturday, July 28, 2012
despachada: Aliens in America
Daqui saíram dois actores novos para duas séries que ainda estão no ar, uma actriz nova para séries que foram canceladas ou recém-estreadas, e um actor e uma actriz velhos que aqui conseguiram um ligeiro impulso nas respectivas carreiras. Embora tenha momentos divertidos, Aliens in America é apenas uma série simpática que tenta brincar com um assunto a que é dada demasiada importância nos EUA: a convivência com muçulmanos. Está feito de forma inteligente, mas nunca trouxe um episódio ou uma cena com qualquer rasgo de génio. O que assusta-me. Porque os chefes do grupo de guionistas desta série são os novos chefes do grupo de guionistas do Community. :\
Thursday, July 26, 2012
despachada: My Boys
Uma série criada por uma mulher, sobre uma mulher que sabe de desporto, não será a aposta mais abrangente do mundo. O que é certo é que My Boys tem na sua personagem principal uma maria-rapaz bem feminina, mãe e amiga de todas as crianças crescidas que compõem o seu núcleo de amigos. A série começou um pouco irritante, sempre com o paralelismo entre a vida e desporto, que cedo cansou. Havia momentos em que já não podia ouvir a personagem principal em voz-off , com as suas conclusões e deambulações. Lá para o final da segunda temporada lembraram-se de largar esse gancho e ainda bem. As conclusões e deambulações continuaram, mas deixou de ser tão rebuscado e repetitivo. Acho sim que há muitos paralelismos entre desporto e a vida. Não sempre. Com este ponto de viragem deu para desfrutar de uma química tremenda dum grupo de actores que interpretam o grupo de amigos. A «troca de galhardetes» constante, a rotina do jogo de póquer semanal, o bar incrível que era pouso rotineiro preferível, um grupo unido à volta dos seus interesses por desportos, entre outras, foram todas constantes fontes de inveja provocadas à minha pessoa. Isso e estarem constantemente a beber, mantendo corpinhos esbeltos e saudáveis. (A inveja aqui é da primeira parte. A segunda é só uma constatação de facto.) Mas em especial o bar. O bar era maravilhoso. Mesas para grupos grandes. Sem muito ruído. Com pessoas mas não cheio. E os jogos. Um armário cheio de jogos de miúdos, com os quais o grupinho fazia uma maratona anual, uns contra os outros. Que sítio incrível. Fiquei a gostar de My Boys. Não percebo o cancelamento, mas arriscaria a dizer que terá a ver com terem perdido um dos actores do elenco original, da terceira para a quarta temporada. Ficam alguns pormenores bem engraçados e o desejo de um dia ter um bar destes na minha vida.
Monday, July 16, 2012
Friday, July 13, 2012
Thursday, July 5, 2012
Tuesday, July 3, 2012
comentário possível
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Saturday, June 30, 2012
Thursday, June 14, 2012
despachada: Mildred Pierce
Aquilo que posso e devo apontar logo à cabeça é o tremendo casting feito para esta mini-série. Por muito que goste dela, há qualquer coisa irritante em Kate Winslet que nos faz odiá-la. Odiar as personagens que interpreta, entenda-se. Um misto de pena, desilusão e desprezo por ver alguém ser tão burro, por ver alguém estragar a vida em determinados momentos. Talvez até seja identificação com a personagem, o que só dá mais mérito à capacidade representativa desta mulher. Mas não se ficam por aqui. A filha está perfeita. Em ambas as idades. Qualquer uma das actrizes apetece-me atirar duma ponte, tendo ambas conseguido manter a coerência duma personagem que qualquer pessoa, no seu perfeito juízo, não pode deixar de odiar. E a escolha de Guy Pierce como fuínha... Bem, lá está, um casting perfeito. Claro que a série não é só isto. A história de vida duma mulher que luta para sair do buraco, sendo empurrada ou mesmo caindo deliberadamente neste, está muito bem contada. Os dois primeiros episódios são uma carga de porrada para o espectador. Em especial o segundo. Não vou aqui dizer que merece de caras os prémios que ganhou, apenas e só porque nem ideia tenho de quem eram os outros concorrentes. O que é certo é que Mildred Pierce é, sem qualquer dúvida, uma boa mini-série... para quem gosta deste tipo de coisas, claro está. Se se procura zombies ou vampiros, é melhor bater-se a outra porta.
despachada: My Own Worst Enemy
Muito que fui «importunado» para ver esta série. Tanto esperei que acabou mesmo por ser cancelada, coitadita. Percebo o porquê da insistência. Tem a sua piada, tem a sua dose de mulheres bonitas, e tem alguma acção e intriga digna de qualquer série deste registo. E Slater é carismático, vá. Não me convence que é espião de coisíssima nenhuma porque é demasiado baixo, mas também não se pode ter tudo.
Slater é agente secreto e chefe de família ao mesmo tempo. O que é certo é que estes dois mundos não se cruzam e apenas um sabe do outro. Este homem tem o caso mais acentuado de dupla personalidade que alguma vez existiu na Terra. Isto porque a agência para a qual trabalha criou-lhe uma segunda personalidade, a tal de chefe de família, num projecto secreto de... bem, de agentes secretos. E aqui jaz o problema. Para quê a necessidade de criar outra personalidade? A série até teve piada, porque a certa altura a mudança de uma personalidade para a outra deixa de ser controlada e passa a ocorrer nos piores momentos possíveis, sendo que o chefe de família descobre que também é espião secreto e tem que lidar com isso. Já o espião secreto só teve que ir para a cama com a mulher do outro (pobre coitado) e comprar coisas aos filhos. Só que em cada episódio, por muito que decorra acção interessante e/ou divertida, lá atrás, o pensamento do espectador é sempre o mesmo: qual é a vantagem destes agentes secretos para os outros agentes secretos normais?
Thursday, June 7, 2012
despachada: Outcasts
Ah, isto afinal foi cancelado, não acabou naturalmente. Pois, faz sentido, dado o tamanho potencial desperdiçado nesta série. Aqui tínhamos uma série de ficção científica feita por britânicos, o que implica que não tinha que viver sob os estigmas estúpidos americanos de rewrites baseados em audiências. Descobri há pouco que afinal mesmo antes de dar, a série foi reescrita várias vezes. A ideia era boa. O planeta Terra estava a dar as últimas e isto era a história dos primeiros habitantes da «nova Terra», gente corajosa que foi à frente, a desbravar terreno, para descobrir a salvação da humanidade e... só fez m€rd@. Eu gosto disto. É realista. Somos idiotas e, mesmo se pudéssemos fazer tudo outra vez, faríamos o mesmo ou pior. O problema é que o enredo nunca pegou. O próprio planeta estava contra eles. Havia «outros». Entre uma data de ingleses havia um americano idiota com a cena da religião, que afinal só queria poder (realista; bom), mas que nunca soube ser um vilão convincente. Outcasts era um misto de Lost com Battlestar Galactica, nunca chegando a ter uma identidade própria, nunca convencendo.
Wednesday, June 6, 2012
despachada: Love Monkey
Já não há séries com este registo, com esta imagem. Muito ao estilo do Cupid original. Aquela coisa familiar, com um grupo de amigos que vai vivendo a sua vidinha. Que sim, tem problemas, mas que consegue resolvê-los sem que a coisa começa a escalonar sem direcção. E porquê? Porque o público cada vez gosta menos de ver gente feliz na televisão. Love Monkey é sobre um rapazito engraçado, interpretado por Tom Cavanagh, de quem gosto bastante. Ele é produtor musical e é mesmo muito talentoso, para além de adorar o que faz. No piloto é despedido do seu emprego numa editora grande, mas acaba por encontrar maior satisfação profissional numa editora mais caseira, mais virada para a música e não para o negócio. À sua volta há todo um chorrilho de personagens com os seus problemazitos, mas que têm bons trabalhos, bem pagos, onde são bem sucedidos e têm carreiras promissoras à sua frente. Vivem todos à grande em Nova Iorque. E isto tudo é cuspir na cara do público. A premissa aqui deverá ser: se o personagem tem um trabalho que gosta, tem que ser pobre; se é rico, tem que ter uma vida miserável, cheia de problemas como doenças fatais, mortes na família, traições amorosas, problemas de abuso de substâncias, violações ou acusações de violações, etc. Ninguém quer ver uma série com pessoas que têm vidas de sonho. O que é pena, porque Love Monkey era simpático.
Tuesday, June 5, 2012
despachada: Are You There, Chelsea?
Temos uma minorca asiática que é mau feitio e meio ordinária. Temos uma irmã que é rabugenta e com um sentido de humor mordaz e agressivo. Temos um bar, gente doida, um anão e uma data de bocas abaixo da cintura. E, acima de tudo, temos Laura Prepon por vezes em trajes menores, mas sempre doidivanas, muito dada a álcool, drogas e sexo. Foi cancelada porquê, mesmo?
o mundo é tão injusto
Saturday, June 2, 2012
despachada: Dead Set
Dead Set deverá também ser conhecido como O Melhor Big Brother de Sempre.
Depois de Black Mirror investiguei o criador da série e o que tinha feito antes. Acabou por ser um dos colegas de trabalho a recomendar Dead Set. Serve para provar que devemos tentar sempre ver tudo o que certas pessoas fizeram. Devemos seguir escritores e realizadores, embora a regra não será sempre que tudo é bom, atenção. Não vi o resto da sua «obra». Até ver fez duas coisas que gostei muito, em registos um pouco diferentes, embora com a premissa comum de «o que está na sociedade». Acima de tudo, Dead Set fez-me querer ter uma longa e série (dentro dos possíveis) conversa sobre zombies. Qual é efectivamente a melhor estratégia para sobreviver a um cenário destes? E porque é que em universos de zombies nunca se chamam zombies a zombies? Naquela realidade nunca ninguém imaginou uma série ou um filme de zombies? Então como é que descobrem sempre por acidente que tem que se destruir o cérebro? Uma questão de tentativa e erro ou é sempre apenas fortuito? Porque é que há sempre uma necessidade absurda de ir para outro sítio quando se está bem? Porque é que há sempre um idiota que lixa tudo? Estas e muitas outras são coisas que, neste momento, necessito discutir longamente.
Thursday, May 31, 2012
Saturday, May 19, 2012
despachada: Clone High
Das mesmas mentes do Spin City, Scrubs ou Cougar Town, surge uma série de animação da MTV, que até deu ao mesmo tempo do Scrubs e que tem maior parte do elenco a dar voz aos personagens. Clone High é o nome dum secundário de... bem, clones. Mas não são clones quaisquer. São de pessoas famosas já falecidas. Na imagem temos o clone do JFK, que é um fanfarrão desportista, a Cleopatra, uma boazuda interesseira, ao meio o clone do Lincoln, o personagem principal, panhonha apaixonada pela Cleo, Joan of Arc e Ghandi, à direira, amigos do Lincoln, sendo ela apaixonada por ele. Os clones terão um qualquer propósito maligno. São suposto ser um exército duns tipos militares secretos. Mas isso será mais à frente. Para já, estão no secundário e só pensam em sexo... que é, no fundo, a única coisa que se faz no secundário.
despachada: Bent
Sendo honesto, Bent não trazia nada de novo à televisão. Mas o casal principal tinha alguma química. Os secundários, não roubando as atenção do espectador, acabavam por tê-la. Teve alguns bons momentos, engraçados e inteligentes. O elenco era bastante simpático e talentoso. Tenho pena. Gostava de ver uma temporada disto. Não mais que uma temporada, atenção. Vinte e tal episódios seriam uma tarde bem passada. Assim vou ter que arranjar outra coisa qualquer para ver.
Wednesday, May 16, 2012
Sunday, May 6, 2012
despachada: Brotherhood
Foi-me difícil acabar de ver esta série. Demorei cerca de três anos. Faria sentido, já que tem três temporadas, mas não vi uma por ano. Chamar bipolar à série ou a qualquer um dos personagens não será um exagero. As convicções variavam consoante o vento. A premissa agradava. Um irmão retorna passado algum tempo em refúgio. Dois irmão, um político e outro meliante. Ambos corruptos até à nona casa. Qual deles fez coisas mais horríveis? Só que lá está, variava. O meliante volta e meio queria ser bonzinho ou então ficava doente e ia morrer. O político queria sair da política e ir para longe com a família, ou então queria abandonar a família por completo. Nada disto aconteceu. Aliás, no episódio seguinte já estava mais que esquecido. E os secundários, quase todos, eram personagens muito fracos. Acabei a série mais porque sim, porque já agora queria ver como acabava mas, em boa verdade, nem prestei muita atenção.
Saturday, May 5, 2012
despachada: Nathan Barley
Isto tem uma data de gente de quem gosto e que andam a fazer coisas boas, tanto séries como filmes. E é sobre idiotas. Eu gosto quando se goza com idiotas. Como é possível que isto seja tão mau?
despachada: The Hard Times of RJ Berger
The Hard Times of RJ Berger é uma série da MTV, passada no secundário, em que o personagem principal é um miúdo cheio de problemas... mas com um pénis gigante.
boo
freakin'
hoo
Foi devidamente cancelada depois de duas tortuosas temporadas. «Tarde demais», dirão muitos.
despachada: The Increasingly Poor Decisions of Todd Margaret
Gosto do conceito e do talento que passeia por The Increasingly Poor Decisions of Todd Margaret. Todd Margaret é o personagem principal, aqui interpretado por David Cross. É um completo idiota. Mais, é um completo idiota num país que não é o seu, até ao final, quando se descobre que afinal é. Começamos com Margaret num tribunal britânico, a ser acusado das coisas mais atrozes. Temos então duas temporadas curtas que narram os acontecimentos das duas semanas anteriores, que levaram Margaret a ser julgado por coisas atrozes. O desenvolvimento da história está muito boa, por muito que pareça que foi apenas desencantada na segunda temporada. E o Will Arnett é hilariante. Não me parece que seja necessário muito mais para ver uma série.
Friday, May 4, 2012
Thursday, May 3, 2012
Tuesday, May 1, 2012
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