Monday, December 3, 2012
despachada: Good Vibes
Formas peculiares de saber de séries: Estar a ver vídeos de mesas de debate com o elenco do Firefly/Serenity no YouTube (neeeeeeeeeeeerd!!). Numa delas o Alan Tudyk dava parafernália dos seus vários projectos a quem fazia perguntas. Folhas do guião do Transformers e coisas assim. Entre os itens estava ilustrações dos personagens. Creio que na altura a série ainda ia estrear. Hoje em dia está morta e enterrada, depois duma curta dose de 13 episódios. E confesso que não tenho grande opinião sobre como me sinto em relação à sua curta vida / célere morte. Se alguns episódios até fizeram-me esboçar um sorriso, maior parte das vezes nem me lembrava que isto existia. Via episódios porque ia à procura de algo para ver. Talvez tivesse pernas para desenvolver para algo que via-se, mesmo que não marcasse. Se tivesse surgido há uns anos atrás, só agora seria cancelada. Ok. Sim. Seria cancelada exactamente na mesma altura, porque hoje em dia os miúdos são mais exigentes (parvos, entenda-se), mas teria durado mais tempo.
Friday, November 30, 2012
filme do mês: Novembro '12
ALERTA: O trailer é daqueles maus que revela demasiado do filme.
Podia e até devia ser o Love and Death, mas pela enorme surpresa é mesmo o End of Watch.
Sem grande esforço, mas com algum jeitinho, teria quebrado dois recordes este mês. Quebrei o de mais filmes vistos num ano e nem dei por isso. E quase que quebrava o de mais filmes vistos num mês. Não sei que tem Novembro (para além dum feriado que, infelizmente, deixará de existir), mas nos últimos anos tem sido dos mais rentáveis em termos de visionamento. [É favor ignorar o fatídico ano de 2008, em que não vi um sequer.]
Podia e até devia ser o Love and Death, mas pela enorme surpresa é mesmo o End of Watch.
Sem grande esforço, mas com algum jeitinho, teria quebrado dois recordes este mês. Quebrei o de mais filmes vistos num ano e nem dei por isso. E quase que quebrava o de mais filmes vistos num mês. Não sei que tem Novembro (para além dum feriado que, infelizmente, deixará de existir), mas nos últimos anos tem sido dos mais rentáveis em termos de visionamento. [É favor ignorar o fatídico ano de 2008, em que não vi um sequer.]
Tuesday, November 27, 2012
despachada: Animal Practice
Serve para provar que os melhor planos mesmo assim não são garantia de sucesso. A série tinha tudo para dar certo. Dois actores muito engraçados, três ou quatro secundários desconhecidos do grande público mas com um potencial enorme, animais fofinhos, uma miúda gira que se farta e um macaquinho incrível que é amigo, assistente e melhor sidekick de sempre. Porque é que não funcionou? Bem, não sou um perito nestas coisas e há uma data de factores que não tenho presente. Em que horário estava, antes e depois do quê, contra que outros programas, que tipo de publicidade foi feita, etc. Sei que foi das mais faladas e com melhores hipóteses de sobreviver, na altura em que as novas séries foram anunciadas. Se tivesse que apostar em alguma, apostaria nesta, com certeza. Só que não foi extraordinária logo à cabeça. Demorou a arrancar. Talvez tivesse também o defeito de ter uma data de coisas boas de outros sítios, apenas coladas com cuspo. Poder-se-á dizer que o personagem principal era um House, mas em mau. A cena do macaquinho já tinha sido vista no Friends. O personagem asiático era uma espécie de Chang, do Community. O que é certo é que não conseguiram agarrar logo nos primeiros episódios. E assim se deu a morte dos artistas.
Thursday, November 8, 2012
Wednesday, October 31, 2012
Sunday, September 30, 2012
despachada: The 4400
Devia ter visto esta série há muito mais tempo. É que 4400 é o que Heroes devia ter sido mais, e tem cenas aqui, que deram primeiro aqui, que depois apareceram noutras coisas que gostei e propaguei. Antes de uma cena em particular ter acontecido no Rising Stars (banda desenhada), aconteceu aqui. E agora já percebo o alarido que houve na altura, com o consequente atraso nos últimos números. Não que 4400 seja especialmente genial ou que seja o exemplo para todo o outro tipo de histórias deste nível, onde pessoas começam a ganhar poderes. Esta série começou bem e soube trabalhar o mistério da origem dos poderes. Aliás, ao início a história passa apenas por 4400 pessoas que desapareceram ao longo de décadas e que voltam ao presente, todas ao mesmo tempo, sem terem envelhecido um dia que seja. A partir daí começam a surgir poderes, e o governo tem que fazer alguma coisa. Esta premissa tinha piada. Até que decidiram dar uma origem e explicação ao acontecimento, estragando tudo. A partir daqui os maus da fita tornaram-se bons da fita, para depois tornarem-se maus/bons/maus/bons/etc. vez e vez sem conta. O mesmo para os bons da fita que, volta e meia tinham poderes, só para depois os perderem, para depois talvez voltarem a ter, mas sem os efeitos secundários anteriores. Criou-se não um, nem dois, mas uma data de futuros muito negros onde pessoas com poderes andavam à porrada com pessoas sem poderes, com o planeta a ser destruído no processo. E lá está, consoante o lado em que certos personagens estavam, em cada um deste futuros tanto eram os que estavam a «ganhar», como até podiam ter morrido entretanto. No fundo, o que estragou tudo foi a continuidade, porque enquanto iam resolvendo um caso de cada vez, 4400 via-se bem.
Monday, September 10, 2012
despachada: Wonderfalls
Esta séria tem a Caroline Dhavernas, provavelmente a miúda mais gira a alguma vez aparecer na televisão. Para além de que ainda tem a Kaylee a partir de meio da primeira e única temporada. Wonderfalls até podia ser sobre pessoas que fazem colecção de escaravelhos, o que é certo é que estava destinado a gostar. Mesmo ignorando esta condição universal, a série tem um óptimo elenco e é genuinamente divertida. Eu gosto de fantasia, deste tipo de fantasia. E uma miúda que, de repente, começa a ouvir bonecos inanimados a darem-lhe conselhos, para que ainda por cima possa melhorar a vida das outras pessoas - tudo feito de forma bastante relutante, atenção -, irá sempre agradar os meus «sentidos televisivos». Mais uma fixe a morrer antes do seu tempo. O mundo é demasiado injusto.
Sunday, September 9, 2012
despachada: Best Friends Forever
A amiga super irritante divorcia-se e vai viver com a melhor amiga de sempre e para sempre e o seu quase marido. A melhor amiga é só um bocadinho menos super irritante que a melhor amiga de agora e para todo o sempre. As duas juntas são um inferno de histerismo e rápidas conversas que levarão maior parte dos homens à loucura. Mesmo alguns homossexuais. E não é que BFF é divertido? Era, deveria dizer era. Era mesmo. Bastante. Meio parvo, vá, mas nunca tive muitos problemas com isso.
despachada: I Hate My Teenage Daughter
A coisa boa que pode dizer-se desta série é que a mensagem passa demasiado facilmente. Dez segundos dentro do primeiro episódio e eu já queria matar as duas adolescentes. Depois, queria matar todas as pessoas envolvidas neste projecto. E, por último, queria matar-me a mim, porque obriguei-me a ver sete episódios desta trampa só porque acho piada à Jaime Pressly.
despachada: Ellen
Da primeira para segunda temporada mudaram o elenco feminino todo e algumas premissas. Ellen passa de empregada a dona da livraria, por exemplo. Algures a meio da terceira temporada, se a memória não me falha, o último dos originais, tirando a própria, também desaparece da série. A partir daí (e mesmo já «durante aí») foi piadola atrás de piadola a sugerir que a personagem era lésbica, até que finalmente sai do armário. A partir desse momentos, a personagem passou de totó engraçada para muito irritante e prepotente, com toda a série virada apenas e só para o facto de que ela é lésbica. Não tenho problemas com séries gay. Eu vi o Will & Grace e até alguns episódios do Sexo e a Cidade. O meu problema é que gostava dos personagens secundários. E eles deixaram de aparecer. Felizmente (e atenção que eu gostava disto em miúdo e ainda hoje em dia cito algumas cenas), Ellen só durou cinco temporadas. Infelizmente, ela foi fazer um talk show.
despachada: Dead Like Me
Numa altura em que séries sobre a morte estavam na moda, uma miúda muito estranha foi protagonista duma. Curioso como a carreira dela morreu após o final. Talvez tenha sido por opção. O que é certo é que é esquisito. Quase tão esquisito como eu não saber da existência disto. Georgia Lass é uma miúda de 18 anos completamente apática para com o mundo. E o universo bem que deu-lhe razão para o ser, porque mal decidiu sair da faculdade, a meio do primeiro dia do seu trabalho part-time que já odiava, Georgia leva com um tampo de sanita na testa, directamente duma estação espacial. Após esta morte algo peculiar, Georgia torna-se numa grim reaper, libertando as almas dos que estão prestes a morrer, e encaminhando-as em direcção às suas respectivas luzes. Dead Like Me era divertido, por muito que um dos papéis estivesse mal definido, já que a actriz que interpretava a primeira versão saiu lá para o terceiro episódio. A primeira temporada poderá ser algo fraquita, sempre a bater na tecla que Georgia odeia também o seu novo trabalho (foçado) - não sei qual é o problema, eu não me importava de o ter, eu até o part-time não me importava de ter -, mas para a segunda temporada deixaram-se de tretas e a coisa ganhou bastante consistência. E o genérico é genial. Adoro o genérico.
Saturday, September 8, 2012
despachada: Terra Nova
Esta série tem a particularidade de ter o piloto mais caro da história da televisão. Pelo menos foi, na altura.
Confesso que gosto da ideia do planeta Terra destruído ao ponto da população ter que encontrar outro para viver. Neste caso, com um planeta cada vez mais desprovido de elementos básicos e essenciais para a sobrevivência da raça humana, os poderes que decidem começaram a sortear pessoas para viajar no tempo, para a altura dos dinossauros. Ou seja, já que destruímos a terra neste tempo (o futuro, entenda-se), embora aí mudar-nos para o passado e começar a destruir mais cedo. Metendo interesses de outros e o próprio funcionar da própria colónia, com o acrescento de começar a viver sem tanta tecnologia, o que é certo é que nem eram precisos os dinossauros. Foi mesmo só panca do Spielberg. E acho que foi isso que lixou tudo. Porque o que foi vendido ao público é que era uma série com dinossauros. E vai-se a ver e eles só aparecem muito de vez em quando. Porquê? Porque são figurantes caros, pois claro. Valeu assim a pena estoirar tanto dinheiro para fazer 13 episódios disto? Não me parece. Acho que aprendemos pouco com Terra Nova.
Thursday, September 6, 2012
Friday, August 31, 2012
filme do mês: Agosto '12
Num mês em que vi umas coisas bem giras (também estou a falar dos seios da Olivia Munn), o destaque tem que ser dado ao Bond. E não pode ser um Bond, tem que ser todos os Bond.
Monday, August 20, 2012
Thursday, August 16, 2012
Tuesday, August 14, 2012
Saturday, August 4, 2012
despachada: The Event
O que é «O Evento»? É quando os extra-terrestres aterraram na Terra há 50 anos atrás? É quando esses mesmos extra-terrestres estão quase, finalmente, a ser libertos de custódia secreta do governo dos EUA? É quando eles impedem um atentado ao presidente teleportando um avião? É quando um geek de informática se transforma num herói de acção, só porque prometeu ao futuro sogro que protegeria sempre a sua filha? É quando uma espia má da fita ajuda os personagens principais que tentou matar (entre outras coisas) no início da temporada, tornando-se assim «boa-da-fita»? É a nova «excursão» de extra-terrestres que chega no final da temporada, com «armas e planeta» (literalmente) em peso? A minha aposta era que «O Evento» fosse a eleição para presidente dos EUA um afro-latino-americano, filho de pais cubanos que entraram ilegalmente no país. Presidente esse que frequentou uma universidade de elite (recordo a questão de pais pobres, ilegais no país), para além de estar casado com outra filha de emigrantes ilegais cubanos. Afinal não. No último episódio revelam o que é «O Evento» e, sinceramente, não vale o esforço de ver 22 episódios para descobrir.
Tuesday, July 31, 2012
despachada: Angry Boys
Acho que já não tenho paciência para esta coisa de one-man shows. Ok, és um rapazito talentoso, sabes fazer vários tipos de maneirismos e tens uma panca por vestires-te de mulher. Parabéns. Não quer dizer que devas ter um programa de televisão só teu. Há para aí mais actores. Talvez não na tua ilha, mas por aí.
Angry Boys começou banal e sem muita piada. Lá apareceram mais personagens e a coisa compôs-se. O final até que foi agradável e bem construído. O projecto em si, de 12 episódios, está giro e funciona bem, com todas as histórias separadas a fazerem um belo embrulho, com direito a laçarote e tudo. Há é toda a questão das várias facetas do mesmo gajo, que nunca encheram-me as medidas... salvo seja. E piada. Piada teve pouca.
despachada: Grace Under Fire
O Chuck Lorre tem uma apetência não só para criar séries de sucesso, como para armar brigas com as respectivas estrelas. Em defesa de Lorre, tanto Charlie Sheen (Two & a Half Men) como Bret Butler (aqui do Grace Under Fire) já provaram ser pessoas que não jogam com as cartas todas do baralho. Tudo menos em defesa de Lorre, eles ficaram malucos precisamente depois do estrelato (entenda-se «rios de dinheiro») que estas séries proporcionaram. Muito antes do disparo de Sheen o ano passado, Butler conseguiu expulsar Lorre do processo criativo de Grace Under Fire, uma série que não teve muito sucesso cá, mas que era bastante apelativa aos americanos do sul. GUF, como T&aHM ou mesmo o Big Bang Theory, funcionam porque falam para determinados segmentos, porque têm uma dinâmica divertida de grupo e porque tocam sempre em assuntos comuns a maior parte das pessoas: sexo, pobreza, família, trabalho, relações e sexo. Serão básicas, sim, mas sempre entretenimento agradável de se ver. «Give the people what they want» será a máxima de Lorre. E GUF não é excepção. Eu gostava de ver na TVI, há muitos anos atrás, enquanto miúdo. Butler tem piada. E dois ou três personagens da série eram hilariantes. Visto como um bolo, tudo de enfiada, e não numa rotina semanal, GUF apresenta buracos de história e incongruências de comportamento, o que estraga não só a série como os personagens. E dá para ver também os pontos em que Butler começou a enlouquecer. A partir de certa altura a série a perdeu-se um pouco. Mais que não seja temos o exemplo flagrante da actriz que interpretava a melhor amiga de Butler. Ela não aparece na última temporada porque já não aguentava com os problemas que vinham do vício de Butler em drogas para as dores de costas. Acho que tornou-se mesmo um mau ambiente de trabalho, naquele set. Tudo à custa da diva que sim, enlouqueceu mesmo. Ela lá largou as drogas mas acabou por largar também a carreira de sucesso, não tanto por opção. Pelo meio começou a falar com espíritos e ficou «doente de magra». A sério. Ela tem um ar esquisito à brava e fala da questão dos espíritos com aquele olhar perdido, digno dos melhores maluquinhos. É pena, porque como cómica era muito boa.
Sunday, July 29, 2012
despachada: How to Make it in America
Fui importunado de forma veemente para ver esta série. Nada que já não estivesse no plano, mas havia pressas, pelos vistos. Como me foi vendido - como aliás foi vendido a toda a gente - é que seria um Entourage, versão NY. Com tudo o que isso implica. Com pinta sempre (em comum), mas mais inteligente, mais «simples», com mais trabalho (diferente). O enredo focar-se-ia não tanto na parte de sucesso da vida dos jovens, mas mais na caminhada para esse sucesso. O empreendedorismo, o suor, a luta... Balelas! Falamos dum conjunto de meninos pintas que farão tudo para ter sucesso, sendo essa a parte importante. O sucesso, não a caminhada. A ideia é ter fama e fortuna. Mais fama, vá. A ideia é ser conhecido ao entrar em festas. A ideia é ser convidado para todas as festas. A ideia é que te imitem. E assim que o fizerem, passas a fazer outra coisa. Lembra algum movimento/estilo criado recentemente? Não há paciência.
As minhas críticas (aqui negativas, entenda-se) não se ficam pela «mensagem»/história. Gosto muito deste elenco. Não vejo o Guzman como durão kingpin de bonecas Barbie, mas acedo que apareça. É bom actor e a sua personalidade adequa-se em vários momentos. Bryan Greenberg é alguém que já vi brilhar noutras coisas. Aqui parece que está sempre com a mesma cara de parvo. A Lake Bell passou a irritar-me, a partir de certa altura. O gajo do American Pie não fez nada de novo. A única que gostei de ver foi a Gina Gershon, mas mais porque acho-a atraente e aqui estava um mulherão. Talvez tenham sido os personagens e toda a sua pomposidade típica de elitismo nova-iorquino, mas deste grupo bastante talentoso não se tira nada em duas temporadas.
Então se isto é apenas uma versão do Entourage, porque gosto duma e não da outra. Porque enquanto na versão californiana eles são americanos parvos de propósito e estão-se a c@g@r, a versão nova-iorquina de americanos parvos acha-se genuinamente superior. E isso é só estúpido.
despachada: Pretend Time
Nick Swardson é (não) conhecido pelos seus personagens «terciários» em filmes do Adam Sandler e em séries como o Reno 911, para além dumas outras comédias estúpidas (no bom sentido). Como com maior partes dos cómicos de stand-up (que conhecem actores famosos), foi dada a Swardson a oportunidade de ter o seu próprio programa de sketches. E ele agarrou essa oportunidade com todos os seus membros. Toooooodos. Os sketches são do mais vil e infantil que alguma vez vi. Há um, onde o próprio explicou, que tiveram que mudar o guião porque não conseguiam encontrar actriz que estivesse disposta a fazer a versão original. Tenho que admiti-lo, há uns geniais... se bem que eu não tenho qualquer problema com dick and fart jokes. Se bem que isto vai para além das d&f jokes, isto chega a dick, pussy, excrement, semen and fart jokes. Há um recorrente (apareceu duas vezes) em que encontrava um casal e todos se conheciam, mas não sabiam de onde. Então enquanto que o casal dava exemplos como «será das aulas de culinária?», Swardson ia ao limite com coisas como «foram vocês que me venderam a carrinha de gelados que fecha do lado de dentro?». Não houve limites para o humor de Swardson e ainda bem. Ou melhor, com pena minha houve um limite, sim. Um limite chamado «cancelamento».
Saturday, July 28, 2012
despachada: Aliens in America
Daqui saíram dois actores novos para duas séries que ainda estão no ar, uma actriz nova para séries que foram canceladas ou recém-estreadas, e um actor e uma actriz velhos que aqui conseguiram um ligeiro impulso nas respectivas carreiras. Embora tenha momentos divertidos, Aliens in America é apenas uma série simpática que tenta brincar com um assunto a que é dada demasiada importância nos EUA: a convivência com muçulmanos. Está feito de forma inteligente, mas nunca trouxe um episódio ou uma cena com qualquer rasgo de génio. O que assusta-me. Porque os chefes do grupo de guionistas desta série são os novos chefes do grupo de guionistas do Community. :\
Thursday, July 26, 2012
despachada: My Boys
Uma série criada por uma mulher, sobre uma mulher que sabe de desporto, não será a aposta mais abrangente do mundo. O que é certo é que My Boys tem na sua personagem principal uma maria-rapaz bem feminina, mãe e amiga de todas as crianças crescidas que compõem o seu núcleo de amigos. A série começou um pouco irritante, sempre com o paralelismo entre a vida e desporto, que cedo cansou. Havia momentos em que já não podia ouvir a personagem principal em voz-off , com as suas conclusões e deambulações. Lá para o final da segunda temporada lembraram-se de largar esse gancho e ainda bem. As conclusões e deambulações continuaram, mas deixou de ser tão rebuscado e repetitivo. Acho sim que há muitos paralelismos entre desporto e a vida. Não sempre. Com este ponto de viragem deu para desfrutar de uma química tremenda dum grupo de actores que interpretam o grupo de amigos. A «troca de galhardetes» constante, a rotina do jogo de póquer semanal, o bar incrível que era pouso rotineiro preferível, um grupo unido à volta dos seus interesses por desportos, entre outras, foram todas constantes fontes de inveja provocadas à minha pessoa. Isso e estarem constantemente a beber, mantendo corpinhos esbeltos e saudáveis. (A inveja aqui é da primeira parte. A segunda é só uma constatação de facto.) Mas em especial o bar. O bar era maravilhoso. Mesas para grupos grandes. Sem muito ruído. Com pessoas mas não cheio. E os jogos. Um armário cheio de jogos de miúdos, com os quais o grupinho fazia uma maratona anual, uns contra os outros. Que sítio incrível. Fiquei a gostar de My Boys. Não percebo o cancelamento, mas arriscaria a dizer que terá a ver com terem perdido um dos actores do elenco original, da terceira para a quarta temporada. Ficam alguns pormenores bem engraçados e o desejo de um dia ter um bar destes na minha vida.
Monday, July 16, 2012
Friday, July 13, 2012
Thursday, July 5, 2012
Tuesday, July 3, 2012
comentário possível
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
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