Saturday, January 17, 2015
despachada: Death Valley
A MTV decidiu fazer uma série cómica sobre o sobrenatural. Uma esquadra de polícias especiais combate vampiros, zombies e lobisomens.
OK. Foi giro. Valeu o esforço.
Saturday, January 10, 2015
despachada: My Family
A série não tem ponta por onde se pegue. Não existe história e é ridículo como personagens (filhos, entenda-se) aparecem e desaparecem, ao longo das demasiadas temporadas exibidas.
Só que eu gosto dum bom vilipendiar a despropósito. Gosto de ver agressões verbais a vulto, de parte a parte, sem ninguém ficar chateado. Gosto mesmo. E disso a série tem a rodos.
Wednesday, January 7, 2015
despachada: Almost Human
É daqueles projectos que não se percebe. Teria tudo para funcionar. Mas uns quantos tiros no pé - incluindo terem exibido episódios fora de ordem - acabaram com uma série da qual ninguém se lembrará.
Tuesday, January 6, 2015
despachada: 666 Park Avenue
Péssimo. Quem se lembrou de fazer uma série onde demónios são donos dum arranha-céus nova iorquino, só pode sofrer dum caso sério de inveja.
Os personagens eram quase todos fracos em demasia e a história era deplorável. Treze episódios foi tempo de vida a mais e desperdiçou-se demasiado dinheiro com algo que não tinha pernas para nada.
Thursday, January 1, 2015
top dos filmes do ano de 2014
Chegamos ao período do ano das listas e de balanços. Gosto da primeira. A segunda ia deixar-me deprimido. Fiquemos pela lista. Melhor não fazer balanços. O ano foi mais um daqueles incríveis e tenho muita pena que termine.
...
Yeah, right!
O grande vencedor foi o GotG. Já era vencedor desde que foi anunciado, em 2013, em boa verdade. Foi um sonho de filme como já não se via há muito. Fantasia, misturado com humor, cheio de acção. Vai ficar para a história.
Voltando este ano a bons números, seguem mais uns quantos óptimos visionamentos cinematográficos:
- Short Term 12
- The Spectacular Now
- About Time
- Filth
- Her
- Captain America: The Winter Soldier
- Snowpiercer
- Anchorman 2: The Legend Continues
- Hard Candy
- Bad Words
- X-Men: Days of Future Past
- Edge of Tomorrow
- The Grand Budapest Hotel
- Frances Ha
- Dear Zachary: A Letter to a Son About His Father
- Dawn of the Planet of the Apes
- Two Night Stand
- Stretch
- Rudderless
- Run & Jump
- Interstellar
- Coherence
- Men Women & Children
- Comet
Wednesday, December 31, 2014
Wednesday, December 17, 2014
despachada: Hello Ladies
Com base no espectáculo de stand-up homónimo, Merchant criou esta série que tem o ingénuo rapaz como personagem principal. Merchant é igual a si mesmo, criando constrangimento por qualquer sítio que passe. Apesar de ser um totó desajeitado, isso não o impede de tentar sacar miúdas claramente fora da sua liga. O seu grande objectivo é andar com uma modelo o que, quase até ao fim, não abona nada a favor do personagem.
Com apenas uma temporada de vida, Hello Ladies ameaçou cair no esquecimento das séries canceladas. Há aqui alguma pena deste vosso blogger. Não sendo brilhante, a série tinha o registo fixe do co-criador de Office. À boa maneira britânica, felizmente conseguiram fechar a história com um especial de Natal. Do mal, o menos.
Sunday, November 30, 2014
filme do mês: Novembro '14
Interstellar
Há outros dos a merecerem estar aqui, o Rudderless e o Run & Jump. Só que o stellar foi em tela gigante...
Friday, October 31, 2014
Sunday, October 19, 2014
despachada: Once Upon a Time In Wonderland
Ao contrário da série original, o spin-off não teve o mesmo sucesso. Custa-me arranjar razões para tal. Ainda para mais quando o universo em si é tão acarinhado pelo público em geral. A única razão que posso encontrar terá a ver com custos. Este Wonderland tinha quase todas as cenas no universo fantástico. Na original passa-se muita coisa na realidade. Talvez tenha sido isso.
Será apenas a teoria.
Tuesday, September 30, 2014
Monday, September 29, 2014
despachada: Californication
Melhor começo de série de sempre deu-se no piloto de Californication. Moody entra numa igreja à procura de algo. Uma freira aproxima-se para o ajudar. Conversam um pouco. Algo profundo e intenso, como era costume ver nesta série. Culmina com um tipo de reza um pouco diferente da usual em igrejas.
É consensual que Moody é o homem com quem todas as mulheres querem estar. Seja de que raça, credo, idade ou país for. E não há como não aceitar e respeitar. Entendo perfeitamente. Tem tudo. Charme. Carisma. Autodestrutivo o suficiente para ter-se ilusões de redenção. Classe a rodos, a impedir ser demasiado depressivo. Para Moody basta um olhar e a sedução terminou, mesmo antes de começar. E até as que o odeiam de morte... Qual «e até as», especialmente essas, aliás.
A série decaiu depressa de qualidade. Nunca deveria ter durado tanto tempo. Como qualquer «relação» que Moody teve (tem [terá]), deveria ter sido fugaz e brilhante. Esticaram até sete temporadas e, com isso, as personagens maravilhosas, que nos foram apresentadas ao início, desfizeram-se graças aos desenrolares de história que apenas serviam para o efeito cómico imediato. Moody chegou a perder sentido. Porque a suposta mulher que lhe faltava na vida, aquele elemento que perdeu de forma tão errónea e abjecta, o seu sentido, esteve outra vez nas suas mãos. E que fez ele com esta benesse? He "Moodyed" it.
Depois disso continuei a achar-lhe piada. Continua a ser um gajo com quem gostaria de beber um copo. Mas deixei de empatizar com ele. Passou a ser só mais um tangas pintarolas. A série passou apenas a valer pelos seios... eerrr... pelas mulheres incríveis (e os seus seios) que passavam pela cama do nosso protagonista. E por um ou outro momento esporádico daqueles, dos que nos fizeram amar a série em determinado ponto.
Dois momentos estranhos e sintomáticos da bipolaridade da série (tenho que acabar a dizer mal, porque foi estranho dizer que amei uma série):
- A terceira temporada, com ele professor, devia ser erradicada da história da humanidade. Toda a temporada foi um quebrar com um personagem bem estruturado. Meteram-no totalmente infantil (infantil mau de primária, não infantil bom de secundário). Foi péssimo. E falo dum conjunto de episódios que teve a presença da maravilhosa filha da Susan Sarandon. É preciso ser mesmo muito mau para apelar a que se apague tempo de antena deste monumento à beleza feminina.
- Nesta última temporada, Moody não vai para a cama com ninguém. Ameaça sempre. Muito. Um dedo aqui. Uma penetração acolá. Muitas beijocas a moças diferentes, em momentos diferentes. Ele chega até a estar presente quando outras pessoas têm sexo. Já ter o acto do princípio ao fim... népias.
You overstayed your welcome, m0th€rfUUUckAA... but it was still very good to have met you, good sir.
Saturday, September 27, 2014
despachada: Believe
Believe fez-me pensar no Anjo na Terra, por incrível que pareça. Por base estará uma premissa de «pessoas normais com poderes». Uma coisa à la Heroes, com uma tentativa de controlo por parte duma qualquer agência. Mutantes usados como arma, vá. Só que a partir de certa altura o enfoque é dado a uma miúda, a mais poderosa mas também a mais bondosa de todos. Ela anda pelo país com o pai, acabado de sair (escapar) da prisão, e também acabado de conhecer. Tem sonhos e pressentimentos de quem deve ajudar, de quem está em apuros. Foi neste momento que pensei no angélico Michael Landon. E o problema maior é que o Anjo nunca foi uma série que tenha gostado.
Tuesday, September 23, 2014
despachada: Glory Daze
Um regresso às aventuras tolas na universidade, em períodos mais inocentes, em tese. Quatro totós entram numa instituição de prestígio, com objectivos diferentes. O que é certo é que todos vão parar à mesma fraternidade, tornando-se amigos e figuras da instituição dentro da instituição. Divertido qb, Glory Daze chega tarde, não conseguindo dar nova vida ao género cómico.
Monday, September 15, 2014
despachada: Bionic Woman
A britânica que caiu aqui de paraquedas namora com um cientista, que trabalha numa agência secreta. Têm um acidente de carro e, num gesto romântico, o cientista salva a namorada. Substitui-lhe as partes do corpo que ficaram danificadas no acidente, tornando-o biónica. É bonito. Ele quebra regras e até leis, tudo para salvar o seu amor.
No episódio seguinte matam-no e afinal era um malandro.
Péssima série. Vergonhoso como envolveram a Starbuck nisto.
Tuesday, September 9, 2014
despachada: The River
Um conjunto de pessoas mete-se pelos meandros da Amazónia, para encontrar um outro conjunto de pessoas. Tudo também em prol de fazer um programa de televisão, sendo que pelo caminho encontram uma data de fenómenos paranormais.
Ora aqui está um projecto qur teria funcionado muito melhor como mini-série. Se tivessse princípio, meio e fim, com toda a certeza teria sido possível contar tudo. Porque a ideia não era má e até foi bem desenvolvida. O problema foi ter um elenco desprovido de carisma, com um caso ou outro de incapacidades graves de representação.
Não ajudou terem metido zombies aos barulho. Faria sentido e há muitas histórias assim, com voodoo e tudo mais. Acabou por apenas parecer forçado.
Sunday, August 31, 2014
despachada: Mind Games
Christian Slater tenta a sua sorte novamente na televisão, agora com uma série mais séria, mais «cerebral», com Steve Zahn. A premissa era muito rebuscada, embora algo interessante. Tinha apenas uma perna para andar. Se tanto. Voltou a não correr bem. Não ajudará o rapaz estar sempre a fazer o mesmo papel. Digo eu.
Saturday, August 30, 2014
despachada: Mixology
Não esperava ter apreciado tanto Mixology. Tinha apanhado uns cinco minutos dum episódio solto na televisão. Não lhe vi qualquer valor. Percebia a premissa. Foi essa, misturada com alguma teimosia, que levou-me a ver a série no seu todo.
O conceito não deixa de ser bom. Uma temporada de alguns episódios, que narra uma única noite num bar. Um conjunto de quase desconhecidos entre eles estabelece relações a vários níveis. Algumas com mais piada que outras, é certo, mas todas bem construídas. Aliás, este é o grande sinal positivo da série, uma construção narrativa contínua difícil, sem grandes erros de maior.
Fico curioso como poderia ser uma segunda temporada. Fico ainda com a moça de vestido vermelho na cabeça.
Friday, August 29, 2014
despachada: Dads
Dads foi um projecto ambicioso, produzido por McFarlane, com Ribisi e Seth Green. Tudo nomes de peso, que acabaram por desenvolver uma série cheia de piadas viradas para a cueca, brincando com a temática de velhos chatos. Deveria ser suficiente. Não foi.
Contudo, nem tudo foi mau. A colaboradora principal da empresa dos nossos protagonistas deve aparecer em outras coisas melhores, o quanto antes. E houve uma cena hilariante. Alguns acharão que foram duas, incluindo a cena do grande vómito (literal), mas a única digna desse nome foi a com Ribisi. O exame à próstata, com resultados nefastos, foi muito boa, sem qualquer dúvida. A par da própria cena, Ribisi está em grande, com uma única lágrima de sofrimento, em pleno exame, a levar o espectador mais frio às suas próprias lágrimas... de riso.
Friday, August 15, 2014
despachada: Super Fun Night
Rebel Wilson goza duma popularidade não totalmente imerecida nos EUA. Não a vejo como actriz principal e esta série é prova disso mesmo. Foram raros - se sequer existentes - os momentos com verdadeira piada. Fun foi algo que só se viu no nome.
despachada: Family Tree
Seguir gajos que se curte nem sempre é positivo. Da mesma forma que seguir linhas genealógicas de família nem sempre terá boas surpresas.
Chris O'Dowd está sem namorada, emprego ou objectivos de vida. Como qualquer pessoa nestas condições decide descobrir a história dos seus antepassados. Isto leva-o a vários pontos do Reino Unido e até aos EUA. Porque gente desempregada em Inglaterra tem outro tipo de subsídio de desemprego. É uma decisão estranha. Porque a família mais próxima não é assim tão interessante. Para quê procurar mais?
Family Tree é uma comédia não ha ha. É mais humor desconfortável ao descobrir que o personagem principal tem antepassados que lutaram pelo sul na guerra civil americana, ou quando pensa ter sangue chinês ou índio. E pior é a irmã com o boneco. Pior em bom, dado o registo, entenda-se.
Thursday, July 31, 2014
filme(s) do mês: Julho '14
Tem que ser dividido entre:
Captain America: The First Avenger, porque é um clássico
e Dear Zachary: A Letter to a Son About his Father, porque foi o que mais surpreendeu.
Captain America: The First Avenger, porque é um clássico
e Dear Zachary: A Letter to a Son About his Father, porque foi o que mais surpreendeu.
Sunday, July 20, 2014
despachada: The Crazy Ones
O problema não foi falta de qualidade. O problema não foi falta de talento. The Crazy Ones tinha tudo. Imaginação a rodos. Excentricidade da que se gosta. Material para rir. Material para chorar. Material para pensar. E, mais que tudo o resto, tinha o inqualificável Robin Williams.
Na sua morte parei um pouco para pensar onde o tinha visto por último. Foi aqui. A ser desvairado e hilariante e profundo, tudo ao mesmo tempo. A descascar camada após camada de mau pai, profissional incrível, pessoa com problemas de dependência. E isto era só o seu personagem.
À sua volta um conjunto de gente divertida e talentosa também, cheia de carisma e charme, a acompanhar o grande capitão.
Não acredito em homenagens deste calibre, mas gostei de ter a oporunidade para falar dum dos grandes da comédia, mais uma vez, através desta série.
Tuesday, July 15, 2014
despachada: Dark Angel
Demorei horrores de tempo a ver duas temporadas desta série. Sim, «horrores». Descobri hoje que buttload é uma medida. Não percebo por que razão «horrores» não possa ser.
Pensava que Dark Angel seria algo de referência, de culto. Sempre foi o que lançou a Jessica Alba. Afinal não. É só um chorrilho de disparates batidos de «ficção científica», agrupados por modelitos a fingir que sabem representar, um genérico dantesco que começava a provocar arrepios e demasiadas tentativas de criar modas, fosse de expressões ou de roupa.
Claro que também não ajudava a falta de direcção na narrativa, ou não ter vilões convincentes que não passassem, eventualmente, a ser bonzinhos.
Então porquê ver até ao fim? Teimosia. E precisar preencher determinados espaços com algo que está lá atrás, a fazer barulho, enquanto pago contas ou encomendo coisas on-line.
despachada: Back in the Game
Mais uma sobre uma família fora do «normal». Aqui temos uma mãe solteira que, por necessidade, volta a viver com o pai, viúvo há algum tempo. Para além disso, é um mau feitio que nunca soube lidar com o facto de ter uma filha e não um filho. Passou-lhe a paixão pelo baseball, algo ainda incutido, se bem que a medo, ao neto. A moça acaba por tornar-se treinadora dum grupo de miúdo com muito pouca apetência para o desporto. A partir daí a série era suposto resolver-se a si própria. Não aconteceu. Choque, claro. Os momentos engraçados foram algum, mas poucos e demasiado espaçados. A série seguiu o caminho de muitas do género: o inevitável cancelamento.
despachada: Trophy Wife
Tinha a série em lista para ver. Não fiquei surpreendido com o cancelamento. Parecia-me ser mais uma série de família, sem gancho original. Vi-a numa lista de séries que não mereciam o cancelamento. Fiquei curioso.
Percebo a opinião. Não tem realmente gancho original, é só mais uma série com uma família «moderna», aos olhos do século passado. Mas tinha um pouco de atitude. Não muita. Era tímido. Mas existia. Teria potencial para crescer. Havia dois ou três personagens que podiam vir a ser mais do que eram. Demorou a arriscar. No final da temporada começou a vislumbrar-se um pouco melhor a possível diferença. Foi tarde demais.
Sunday, July 13, 2014
despachada: Beavis and Butt-head
Por muito que possa ser pernicioso para a minha imagem, o que é certo é que BaB marcou-me. Mais que não seja, foi sempre um ponto de união com um grupo de amigos que espero ter no resto da minha vida.
Um deles recomendou a série, na altura. Emprestou-me uma cassete VHS com episódios. Lembro-me de ter feito o esforço de ver uns quantos. Não estava a achar piada nenhuma. Até que deu o do prato caro, do amigo totó. Eles usam-no como frisbee, muito para desespero do dono. O objecto passa por uma data de peripécias, em pleno voo. Fica inteiro até se partir de forma estúpida, nas mãos deles.
- That was... what's the word?
- Ironic.
- No. Cool. Yeah. That was cool.
A partir daí fiquei agarrado. Tenho inclusive uma foto do poster, tirada em plena Times Square. Não se vê mais nada. Só o poster. Era de noite e eu sou um fotógrafo «incrível». Atenção que isto foi pré-digital. Ou seja, foi uma das fotografias do rolo. Sim, gastei uma foto de rolo, de propósito, com o cartaz do filme destes palermas. E tenho total orgulho nisso. Não devia, mas tenho.
A série voltou, após uma pausa prolongada. O criador esteve dedicado a outras coisas. Acabou por ceder e fazer mais uns episódios destes famigerados personagens. Claro que já não é a mesma coisa. Até porque os comentários dantes feitos a videoclipes, alguns bons mas maior parte maus, agora passou a observações a reality shows que passam na MTV. Se isto não é um comentário à «televisão da música», não sei o que é.
O que é certo é que poderei ter 100 anos (não vou ter, que não se dêem tumultos na rua, por favor), mas sorrirei sempre que ouvir o riso estúpido dos dois personagens mais idiotas da história da televisão.
(Repararam como logo na primeira frase meti assim uma palavra mais desenvolvida, para disfarçar o facto de que gosto desta série?)
Saturday, July 12, 2014
despachada: The 10th Kingdom
Ainda fazem-se mini-séries na televisão? Dantes faziam-se coisas giras a três ou cinco episódios. Hoje em dia não há intermédio entre filme e série. Terá deixado de haver púbico, ou terá deixado de haver interesse em fazer este tipo de coisas. Lembro-me duma ou outra gira. Regra geral entrava tudo no campo da fantasia. Vi uma bem fixe de dinossauros, com o palerma que depois tornou-se famoso na fuga de prisão. Este 10th Kingdom também é engraçado, embora devesse ter mais piada ver na altura. É que tudo o que merece destaque em 10th entretanto foi feito por outras pessoas, noutras séries ou filmes, bastante melhor. Toda a questão de passar dum universo para o outro por portáis, misturando a realidade com um universo de fantasia... Ya, já foi feito até à exaustão.
Merecendo algum destaque, mais que não seja porque tem um elenco com alguns cromos bem raros nestas andanças, a história está muito dispersa. Há tendências que fogem, de momento a momento, e nunca se percebe muito bem para onde caminham os personagens. Para além de alguma (demasiada) bipolaridade dum ou outro. Em especial a rainha e o lobo mau. O lobo mau então nunca dava para perceber se ia ou vinha. Claro que não ajudou o excessivo overacting do actor.
No fundo, até pode ser visto, mas sempre dando o desconto de quando foi feito.
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