Tuesday, January 27, 2015

despachada: Bad Judge


Parece-me que a série baseou o seu possível sucesso numa actriz popular de outras andanças. Não funcionou, estranhamente.

Ou então, se calhar... O público americano não é conhecido por apreciar moças demasiado independentes. A personagem bebia como um marinheiro, praguejava de igual forma (tanto quanto podia fazê-lo na TV americana) e dormia com que queria. Pelo menos em teoria. Teve um «namorado» recorrente ao longo dos 13 episódios.

Ficou a piada engraçada dela adormecer em qualquer lado, depois de noites doidivanas, ficando numa pose ridícula de traseiro no ar.

Saturday, January 24, 2015

despachada: A to Z


Acho piada à mulher do Ted, mãe dos outros. Achei piada também a boa parte do elenco secundário. Gostei ainda da premissa da série, romântica qb.

O público americano não acha(ou) o mesmo. Pena. Fiquei curioso como previam resolver a premissa de que os casal namoraria durante um tempo pré-definido.

Saturday, January 17, 2015

despachada: Last Resort


Contrariamente ao que seria de esperar, fiquei agarrado à história de intriga política, com um submarino munido de armas nucleares.

Não surgiram audiências que justificassem o (parco?) investimento, mas o canal foi simpático e deixou que acabassem a história.

Parece já não haver interesse em enredos passados em ilhas paradisíacas.

despachada: Dirk Gently


Terceira e última série que creio não ter continuidade. Também ela britânica. E a única das três que tenho verdadeira pena de ver partir. O personagem estava bem conseguido e o humor era especial. Não sempre hilariante, era jocoso suficiente e bastante inteligente. Não só o personagem, como a série em si.

Acredito mesmo que não haja nada novo tão cedo, ou não estivesse o actor principal a gozar de bastante merecido sucesso no Episodes.

despachada: Dates


Segunda de três séries que acredito não terem continuidade. Esta ainda mais difícil de ter certezas. Sendo britânica nunca dá para saber se não se lembram de fazer mais meia dúzia de episódios daqui a uns tempos, ou mesmo um especial de Natal, só para fechar a coisa.

Não que haja muito para fechar. Cada episódio era independente. Juntavam um casal num date, maior parte das vezes sendo um jantar. Podia ser primeiro, segundo, trigésimo ou mesmo o último date, mas era só isso. Um período de tempo com duas pessoas a interagir, num contexto «romântico».

Não desprovido de algum interesse humano, Dates tinha pouco para onde ir.

despachada: Betas


Este post poderá ser precoce. Sem grandes certezas, tenho ideia que não houve renovação para segunda temporada. Mesmo que venham a surgir novos episódios, não sei se terei paciência para os ver. A série nunca me agarrou, mesmo tendo uma asiática gira. É mais do universo hipster de idiotas que já têm muito e mesmo assim choramingam por mais.

despachada: Death Valley


A MTV decidiu fazer uma série cómica sobre o sobrenatural. Uma esquadra de polícias especiais combate vampiros, zombies e lobisomens.

OK. Foi giro. Valeu o esforço.

Saturday, January 10, 2015

despachada: My Family


A série não tem ponta por onde se pegue. Não existe história e é ridículo como personagens (filhos, entenda-se) aparecem e desaparecem, ao longo das demasiadas temporadas exibidas.

Só que eu gosto dum bom vilipendiar a despropósito. Gosto de ver agressões verbais a vulto, de parte a parte, sem ninguém ficar chateado. Gosto mesmo. E disso a série tem a rodos.

Wednesday, January 7, 2015

despachada: Almost Human


É daqueles projectos que não se percebe. Teria tudo para funcionar. Mas uns quantos tiros no pé - incluindo terem exibido episódios fora de ordem - acabaram com uma série da qual ninguém se lembrará.

Tuesday, January 6, 2015

despachada: 666 Park Avenue


Péssimo. Quem se lembrou de fazer uma série onde demónios são donos dum arranha-céus nova iorquino, só pode sofrer dum caso sério de inveja.

Os personagens eram quase todos fracos em demasia e a história era deplorável. Treze episódios foi tempo de vida a mais e desperdiçou-se demasiado dinheiro com algo que não tinha pernas para nada.

Thursday, January 1, 2015

top dos filmes do ano de 2014

Chegamos ao período do ano das listas e de balanços. Gosto da primeira. A segunda ia deixar-me deprimido. Fiquemos pela lista. Melhor não fazer balanços. O ano foi mais um daqueles incríveis e tenho muita pena que termine.

...

Yeah, right!


O grande vencedor foi o GotG. Já era vencedor desde que foi anunciado, em 2013, em boa verdade. Foi um sonho de filme como já não se via há muito. Fantasia, misturado com humor, cheio de acção. Vai ficar para a história.

Voltando este ano a bons números, seguem mais uns quantos óptimos visionamentos cinematográficos:
- Short Term 12
- The Spectacular Now
- About Time
- Filth
- Her
- Captain America: The Winter Soldier
- Snowpiercer
- Anchorman 2: The Legend Continues
- Hard Candy
- Bad Words
- X-Men: Days of Future Past
- Edge of Tomorrow
- The Grand Budapest Hotel
- Frances Ha
Dear Zachary: A Letter to a Son About His Father
- Dawn of the Planet of the Apes
- Two Night Stand
- Stretch
- Rudderless
- Run & Jump
- Interstellar
- Coherence
- Men Women & Children
- Comet

Wednesday, December 31, 2014

Wednesday, December 17, 2014

despachada: Hello Ladies


Com base no espectáculo de stand-up homónimo, Merchant criou esta série que tem o ingénuo rapaz como personagem principal. Merchant é igual a si mesmo, criando constrangimento por qualquer sítio que passe. Apesar de ser um totó desajeitado, isso não o impede de tentar sacar miúdas claramente fora da sua liga. O seu grande objectivo é andar com uma modelo o que, quase até ao fim, não abona nada a favor do personagem.

Com apenas uma temporada de vida, Hello Ladies ameaçou cair no esquecimento das séries canceladas. Há aqui alguma pena deste vosso blogger. Não sendo brilhante, a série tinha o registo fixe do co-criador de Office. À boa maneira britânica, felizmente conseguiram fechar a história com um especial de Natal. Do mal, o menos.

Sunday, November 30, 2014

filme do mês: Novembro '14



Interstellar

Há outros dos a merecerem estar aqui, o Rudderless e o Run & Jump. Só que o stellar foi em tela gigante...

Friday, October 31, 2014

Sunday, October 19, 2014

despachada: Once Upon a Time In Wonderland


Ao contrário da série original, o spin-off não teve o mesmo sucesso. Custa-me arranjar razões para tal. Ainda para mais quando o universo em si é tão acarinhado pelo público em geral. A única razão que posso encontrar terá a ver com custos. Este Wonderland tinha quase todas as cenas no universo fantástico. Na original passa-se muita coisa na realidade. Talvez tenha sido isso.

Será apenas a teoria.

Tuesday, September 30, 2014

Monday, September 29, 2014

despachada: Californication


Melhor começo de série de sempre deu-se no piloto de Californication. Moody entra numa igreja à procura de algo. Uma freira aproxima-se para o ajudar. Conversam um pouco. Algo profundo e intenso, como era costume ver nesta série. Culmina com um tipo de reza um pouco diferente da usual em igrejas.

É consensual que Moody é o homem com quem todas as mulheres querem estar. Seja de que raça, credo, idade ou país for. E não há como não aceitar e respeitar. Entendo perfeitamente. Tem tudo. Charme. Carisma. Autodestrutivo o suficiente para ter-se ilusões de redenção. Classe a rodos, a impedir ser demasiado depressivo. Para Moody basta um olhar e a sedução terminou, mesmo antes de começar. E até as que o odeiam de morte... Qual «e até as», especialmente essas, aliás.

A série decaiu depressa de qualidade. Nunca deveria ter durado tanto tempo. Como qualquer «relação» que Moody teve (tem [terá]), deveria ter sido fugaz e brilhante. Esticaram até sete temporadas e, com isso, as personagens maravilhosas, que nos foram apresentadas ao início, desfizeram-se graças aos desenrolares de história que apenas serviam para o efeito cómico imediato. Moody chegou a perder sentido. Porque a suposta mulher que lhe faltava na vida, aquele elemento que perdeu de forma tão errónea e abjecta, o seu sentido, esteve outra vez nas suas mãos. E que fez ele com esta benesse? He "Moodyed" it.

Depois disso continuei a achar-lhe piada. Continua a ser um gajo com quem gostaria de beber um copo. Mas deixei de empatizar com ele. Passou a ser só mais um tangas pintarolas. A série passou apenas a valer pelos seios... eerrr... pelas mulheres incríveis (e os seus seios) que passavam pela cama do nosso protagonista. E por um ou outro momento esporádico daqueles, dos que nos fizeram amar a série em determinado ponto.

Dois momentos estranhos e sintomáticos da bipolaridade da série (tenho que acabar a dizer mal, porque foi estranho dizer que amei uma série):
- A terceira temporada, com ele professor, devia ser erradicada da história da humanidade. Toda a temporada foi um quebrar com um personagem bem estruturado. Meteram-no totalmente infantil (infantil mau de primária, não infantil bom de secundário). Foi péssimo. E falo dum conjunto de episódios que teve a presença da maravilhosa filha da Susan Sarandon. É preciso ser mesmo muito mau para apelar a que se apague tempo de antena deste monumento à beleza feminina.
- Nesta última temporada, Moody não vai para a cama com ninguém. Ameaça sempre. Muito. Um dedo aqui. Uma penetração acolá. Muitas beijocas a moças diferentes, em momentos diferentes. Ele chega até a estar presente quando outras pessoas têm sexo. Já ter o acto do princípio ao fim... népias.

You overstayed your welcome, m0th€rfUUUckAA... but it was still very good to have met you, good sir.

Saturday, September 27, 2014

despachada: Believe


Believe fez-me pensar no Anjo na Terra, por incrível que pareça. Por base estará uma premissa de «pessoas normais com poderes». Uma coisa à la Heroes, com uma tentativa de controlo por parte duma qualquer agência. Mutantes usados como arma, vá. Só que a partir de certa altura  o enfoque é dado a uma miúda, a mais poderosa mas também a mais bondosa de todos. Ela anda pelo país com o pai, acabado de sair (escapar) da prisão, e também acabado de conhecer. Tem sonhos e pressentimentos de quem deve ajudar, de quem está em apuros. Foi neste momento que pensei no angélico Michael Landon. E o problema maior é que o Anjo nunca foi uma série que tenha gostado.

Tuesday, September 23, 2014

despachada: Glory Daze


Um regresso às aventuras tolas na universidade, em períodos mais inocentes, em tese. Quatro totós entram numa instituição de prestígio, com objectivos diferentes. O que é certo é que todos vão parar à mesma fraternidade, tornando-se amigos e figuras da instituição dentro da instituição. Divertido qb, Glory Daze chega tarde, não conseguindo dar nova vida ao género cómico.

Monday, September 15, 2014

despachada: Bionic Woman


A britânica que caiu aqui de paraquedas namora com um cientista, que trabalha numa agência secreta. Têm um acidente de carro e, num gesto romântico, o cientista salva a namorada. Substitui-lhe as partes do corpo que ficaram danificadas no acidente, tornando-o biónica. É bonito. Ele quebra regras e até leis, tudo para salvar o seu amor.

No episódio seguinte matam-no e afinal era um malandro.

Péssima série. Vergonhoso como envolveram a Starbuck nisto.

Tuesday, September 9, 2014

despachada: The River


Um conjunto de pessoas mete-se pelos meandros da Amazónia, para encontrar um outro conjunto de pessoas. Tudo também em prol de fazer um programa de televisão, sendo que pelo caminho encontram uma data de fenómenos paranormais.

Ora aqui está um projecto qur teria funcionado muito melhor como mini-série. Se tivessse princípio, meio e fim, com toda a certeza teria sido possível contar tudo. Porque a ideia não era má e até foi bem desenvolvida. O problema foi ter um elenco desprovido de carisma, com um caso ou outro de incapacidades graves de representação.

Não ajudou terem metido zombies aos barulho. Faria sentido e há muitas histórias assim, com voodoo e tudo mais. Acabou por apenas parecer forçado.

Sunday, August 31, 2014

filme do mês: Agosto '14



Guardians of the Galaxy

Fiz este post a meio do mês. Não havia dúvidas.

despachada: Mind Games


Christian Slater tenta a sua sorte novamente na televisão, agora com uma série mais séria, mais «cerebral», com Steve Zahn. A premissa era muito rebuscada, embora algo interessante. Tinha apenas uma perna para andar. Se tanto. Voltou a não correr bem. Não ajudará o rapaz estar sempre a fazer o mesmo papel. Digo eu.

Saturday, August 30, 2014

despachada: Mixology


Não esperava ter apreciado tanto Mixology. Tinha apanhado uns cinco minutos dum episódio solto na televisão. Não lhe vi qualquer valor. Percebia a premissa. Foi essa, misturada com alguma teimosia, que levou-me a ver a série no seu todo.

O conceito não deixa de ser bom. Uma temporada de alguns episódios, que narra uma única noite num bar. Um conjunto de quase desconhecidos entre eles estabelece relações a vários níveis. Algumas com mais piada que outras, é certo, mas todas bem construídas. Aliás, este é o grande sinal positivo da série, uma construção narrativa contínua difícil, sem grandes erros de maior.

Fico curioso como poderia ser uma segunda temporada. Fico ainda com a moça de vestido vermelho na cabeça.

Friday, August 29, 2014

despachada: Dads


Dads foi um projecto ambicioso, produzido por McFarlane, com Ribisi e Seth Green. Tudo nomes de peso, que acabaram por desenvolver uma série cheia de piadas viradas para a cueca, brincando com a temática de velhos chatos. Deveria ser suficiente. Não foi.

Contudo, nem tudo foi mau. A colaboradora principal da empresa dos nossos protagonistas deve aparecer em outras coisas melhores, o quanto antes. E houve uma cena hilariante. Alguns acharão que foram duas, incluindo a cena do grande vómito (literal), mas a única digna desse nome foi a com Ribisi. O exame à próstata, com resultados nefastos, foi muito boa, sem qualquer dúvida. A par da própria cena, Ribisi está em grande, com uma única lágrima de sofrimento, em pleno exame, a levar o espectador mais frio às suas próprias lágrimas... de riso.

Friday, August 15, 2014

despachada: Super Fun Night


Rebel Wilson goza duma popularidade não totalmente imerecida nos EUA. Não a vejo como actriz principal e esta série é prova disso mesmo. Foram raros - se sequer existentes - os momentos com verdadeira piada. Fun foi algo que só se viu no nome.

despachada: Family Tree


Seguir gajos que se curte nem sempre é positivo. Da mesma forma que seguir linhas genealógicas de família nem sempre terá boas surpresas.

Chris O'Dowd está sem namorada, emprego ou objectivos de vida. Como qualquer pessoa nestas condições decide descobrir a história dos seus antepassados. Isto leva-o a vários pontos do Reino Unido e até aos EUA. Porque gente desempregada em Inglaterra tem outro tipo de subsídio de desemprego. É uma decisão estranha. Porque a família mais próxima não é assim tão interessante. Para quê procurar mais?

Family Tree é uma comédia não ha ha. É mais humor desconfortável ao descobrir que o personagem principal tem antepassados que lutaram pelo sul na guerra civil americana, ou quando pensa ter sangue chinês ou índio. E pior é a irmã com o boneco. Pior em bom, dado o registo, entenda-se.

Thursday, July 31, 2014

filme(s) do mês: Julho '14

Tem que ser dividido entre:

 

 Captain America: The First Avenger, porque é um clássico

 

 e Dear Zachary: A Letter to a Son About his Father, porque foi o que mais surpreendeu.