Monday, July 31, 2017

filme do mês: Julho '17



Spider-Man: Homecoming

A mulher pode ser «maravilha», mas o spidey é o spidey.

Sunday, July 16, 2017

despachada: Making History


Raios partam o Adam Pally, que não faz nada de jeito desde o Happy Endings.

Ando eu a ver tudo o que rapaz faz, porque acho que tem muita piada, e nada tem assim tanta qualidade ou então não sobrevive, como este Making History.

Aqui, Pally tem um saco que o faz viajar no tempo. Sendo um palerma que pouco faz e nada sabe da vida, o rapaz diverte-se a fazer tontices no passado, indo buscar personagens famosos para o futuro, incluindo uma moça ingénua do século XVIII.

Foi cancelado. Claro. pffffff

Friday, July 14, 2017

despachada: Imaginary Mary


Goldberg está a tentar crescer demasiado depressa. De repente arranjou um êxito com a série baseada na vida dele, anda a fazer uma série ou outra com mais profundidade, junto duma pandilha com muita margem de manobra, e agora de repente acha que consegue ter duas séries mainstream ao mesmo tempo, uma para a risota e outra com sumo.

Não, meu amigo. Ainda não chegaste lá. Mary foi um bom exercício, mas era algo confuso e sem um grande objectivo.

Nota final para Elfman, que é absolutamente perfeita e devia aparecer em tudo o que existe.

Monday, July 3, 2017

despachada: The Great Indoors


Que boa surpresa!

A sério. Não estava nada à espera que tivesse piada. Esperava que fosse um exercício desprovido de interesse, só a aproveitar a relativa popularidade de McHale (foi o que me fez vir aqui parar). Afinal não. Embora completamente desconexo entre episódios, Indoors teve alguns momentos bastante engraçados.

Destaque para: a assistente, que nos raros momentos em que aparecia era absolutamente hilariante; e para a Emma, que noutros tempos seria uma paixoneta absoluta.

Foi pena ter sido cancelado, mas nada a fazer. O modelo sitcom está morto. E quase enterrado.

Friday, June 30, 2017

filme do mês: Junho '17



Passengers

Foi o único, é certo. Mas foi bom. Gostei.

Sunday, June 4, 2017

despachada: The Real O'Neals


Um cenário familiar (literalmente), com um gancho diferente, mas que não deveria ser assim tão diferente.

Um jovem rapaz, duma família religiosa, sai do armário em plena adolescência.

Infelizmente uma coisa destas ainda tem destaque. Não é algo convencional. Logo, continua a ser um gancho. Felizmente a série não era só isso. Após um arranque amoroso, em que a família toda aceita o rapaz como é, passa tudo a ser sobre as peripécias comuns duma família televisiva norte-americana.

Não deu para viver muito tempo. Após o gancho se resolver viu-se que O'Neals não trazia assim tanto de novo para a mesa, apesar de haver muito talento no grupo de actores e actrizes escolhidos.

Wednesday, May 31, 2017

filme do mês: Maio '17



Guardians of the Galaxy Vol. 2

A concorrência até era feroz, apesar de ter visto apenas um outro filme. Rever Dan marcou-me. Talvez por estar a passar uma fase muito complicada.

Sunday, May 21, 2017

despachada: NTSF:SD:SUV


Segunda de duas em que não houve notícia oficial de cancelamento.

NTSF, Newsreaders ou o Children's Hospital saíram todas das mesmas cabeças. O princípio era o mesmo: programas curtos de dez, quinze minutos, com histórias desconexas do resto da temporada ou dos demais episódios, a gozar com um determinado género televisivo.

No caso de NTFS gozavam com as séries policiais da moda, em especial os CSI.

Era merecido, convenhamos.

despachada: Newsreaders


Primeira de duas em que não houve notícia oficial de cancelamento.

A ideia aqui era gozar com os estereótipos da comunicação televisiva. Gostava de poder dizer que seria apenas da norte americana mas, infelizmente é tudo um pouco igual nos tempos que correm. E sim, há chavões hilariantes que, verdade seja dita, nem precisavam dum programa de humor para serem gozados. Olhando para a realidade, para o que é feito, já é ridículo o suficiente para rir, não fosse triste ver que essa é a realidade.

«O drama. A tragédia. O horror.» Sim, a TV e o humor português já o fizeram há uns anos. O triste é ver que nada mudou desde então.

Mas houve uma «reportagem» hilariante, em que noticiaram um caso verídico do jogo «casa, mata, f#d€». Foi muito bem feito. E ri-me a bom rir.

Sunday, May 14, 2017

despachada: Son of Zorn


Hoje em dia o Sudeikis está protegido pela sua áurea de fama, em que pensa-se que tudo o que faz será um sucesso.

Achou-se que esta série familiar, em que «pai de família» é um personagem animado tipo He-Man, seria um sucesso estrondoso. Não o foi.

A ideia em si tem alguma piada. A execução não foi má, mas também não foi brilhante. Viu-se que algumas parcas ideias não serviam para sustentar toda uma série. O público não aderiu e acabou por ser cancelada.

Não me choca.

Monday, May 8, 2017

despachada: Man Seeking Woman


Durante um pouco de tempo, para mim, Man Seeking Woman foi das melhores coisas a estar na televisão.

O humor era inteligente, com cenários comuns expostos das maneiras mais excêntricas e engraçadas possíveis. Era aproveitar a expressão «ontem saí com um ogre» e, literalmente, pôr à mesa um tipo com um ogre, a jantar num restaurante todo pipi. Cada episódio trazia uma nova surpresa de algo simples, do dia a dia, mas visto duma maneira óbvia, se bem que impensável, por ser tão fora.

Para mim foi de tal forma fixe que cheguei a encomendar o livro no qual a série é baseada. Se algum dia chegarei a ler o livro é outra conversa. Calma. Também não disse que a série mudou a minha vida.

Que correu mal?
Talvez ter sido feito no país errado, para o público errado. Não tinha sequer star appeal, com um elenco muito bom, mas pouco conhecido ou próximo da ribalta. Mais, em termos de produção não seria uma série barata, sempre com novos cenários em cada episódio.

Acabou cancelada. Era expectável, dado aos baixos níveis de audiências. Muita sorte teve a humanidade que tenha durado tanto tempo.

Sunday, April 30, 2017

filme do mês: Abril '17




Logan

Voltei a ver filmes. Crise interrompida.
Devia haver um filme de super-heróis todos os meses, só para obrigar-me a ir ao cinema e ver qualquer coisa.

Friday, March 31, 2017

filme do mês: Março '17




Mês 3 do ano. Mês 2, seguido, sem filmes.
Pele começa a ficar irritada. Não ajuda estar a coçar-me todo, com tremuras, a ressacar.

Melhor ver um vídeo de cães. Pode ser que ajude.

Wednesday, March 29, 2017

despachada: How I Met Your Mother


Cedi à facilidade do Netflix e revi a série, um pouco antes de quando queria fazê-lo.

Custou-me uma coisa: a Victoria. Era a minha favorita. Só que, ao rever, apercebo-me que a sua story arc é muito curta no volume geral da série. Ou seja, em nove temporadas, em nove anos, Victoria acaba por ter uma importância reduzida. Muito menor do que me lembrava. Porque foi a primeira. Era suposto ser «a tal», quando temiam que a série pudesse ser cancelada. Uma delas, pelo menos. Na minha cabeça tinha sido fulcral e, afinal, só aparece em 17 episódios, dum total de 208. Para mais, o romantismo da relação entre os dois desvaneceu. A relação que tiveram perdeu importância, impacto. Deixou de ser especial.

Isso custou-me. Muito.

Posto isto, a série está cheia de incongruências e sim, o final é uma vergonha. O maior cop out na História dos cop outs televisivos. Mas é divertida. Eles são os maiores e algumas histórias são deliciosas. E, não me lixem, mas há episódios que fazem parte daquilo que é a TV, da volta que a TV deu nos últimos anos, suplantando-se em momentos ao cinema.

Apesar da mágoa, continua a ser uma das minhas séries de eleição, claro.
Voltarei a ver, disso não haja dúvidas.

Monday, March 27, 2017

despachada: Blunt Talk


Cheguei à série à custa de Patrick Stewart que, aparentemente, é o rei da comédia. Depois de anos e anos a fazer papéis sérios, os criadores cómicos da ribalta usam-nos a belo prazer nas suas obras. Falo de MacFarlane ou Gervais, por exemplo.

Como tal, alguém decidiu dar um projecto ao capitão Picard, para que pudesse soltar a franga. E soltar a franga foi o que o professor fez.

O início até é bastante divertido, com o personagem a ser preso, inebriado, em protesto desde o topo de um automóvel que não creio ser dele. Tudo porque foi apanhado com uma prostituta travesti no seu carro (dele, não da prostituta), com quem não estava a fazer nada, em boa verdade. Sendo pivô de notícias, figura conhecida e respeitada, em nada se sentiu envergonhado com isto. Não era aliás o seu primeiro caso polémico.

Nisso a série era bastante boa: não havia pruridos. Eram como eram. Nada das «particularidades» de cada personagem - e havia bastantes, de parte a parte - os impedia de fazer bem o seu trabalho.

Problema foi que nada mais havia para além disso. O elenco não era incrível e a química entre eles demorava a aparecer. Como tal, foi cancelado após duas temporadas.

Não me opus à decisão, por muito respeito que tenha ao calvo e nobre actor.

Saturday, March 25, 2017

despachada: Workaholics


No papel a série parece melhor do que acabou por ser.

Foi criada por um grupo de amigos talentosos. Workaholics não será o melhor exemplo deste talento, embora invariavelmente seja sempre o cartão de visita desta trupe. Ou então até talvez seja.

É difícil de explicar. Porque Workaholics é muito estúpido. Muito. Mesmo. Mas pelo meio tem coisas giras. E, dentro do género, é bom. Claro que o género é coisas idiotas para pessoal com a moca. O que não é mau só por si. É um género, como todos os outros. E, se virmos apenas algumas cenas, neste género poderá ser do melhor que se encontrará por aí. Ou seja, há talento no que fazem. O que fazem é que não será para todos.

E Workaholics, como o canábis, em boa verdade, tem de se consumido em moderação. Um episódio ou outro, de vez em quando, é divertido. Muitos episódio, ou mesmo uma temporada inteira, e já é capaz de ser demais, correndo o risco do espectador ter de encontrar alguma ajuda, para largar a cena.

Tuesday, February 28, 2017

filme do mês: Fevereiro '17




Não vi um filme. Nem umzinho. Por isso toma lá um vídeo dos melhores trailers do mês.

Tuesday, January 31, 2017

filme do mês: Janeiro '17




O filme mais giro até foi Storks, mas pela carga emocional tem de ser Bad Moms

Sunday, January 1, 2017

Saturday, December 31, 2016

filme do mês: Dezembro '16




Rogue One

Outra vez só um filme visto num mês, mas desta feita até podia ter visto 50. Seria sempre este o escolhido.

Wednesday, November 30, 2016

filme do mês: Novembro '16



Star Trek Beyond

Foi o único. Mês bem complicado.

Friday, September 30, 2016

filme do mês: Setembro '16



Maggie's Plan

O melhor que se aproveitou dum mês fraquito.

Wednesday, August 31, 2016

filme do mês: Agosto '16



Popstar: Never Stop Never Stopping

Até vi coisas bastante interessantes este mês. Mas o meu fraquinho pelo Samberg suplanta tudo.

Friday, August 19, 2016

despachada: Breaking Bad


Pronto! Já vi! Podem largar-me a braguilha.

Demorei demasiado a ver. Demasiadas pessoas têm uma opinião. E sim, é bom, mas esticaram a corda. Tem duas temporadas a mais (estou a olhar para vocês, 3.ª e 4.ª). O personagem do Cranston é inconsistente, estando este facto disfarçado por uma tremenda interpretação. O sidekick é ainda mais inconsistente e fraco, em demasiados momentos. O elenco de apoio, apesar de bom, só está lá por necessidade, não tendo força por si só. E mesmo nas boas temporadas há episódios para encher. O que é estranho, pois esse problema não tende a acontecer em temporadas tão curtas.

Posto isto, Cranston é uma barata que não morre. O que tem piada, tendo em conta que o começo e premissa, mais ou menos, é: vai morrer em breve. No papel de vilão, o que Cranston tende a ser em momentos, confesso que gostei mais do Todd. Esse sim foi uma alegre surpresa. É um vilão como deve ser. Percebo porque existe, ou veio a existir. A ideia era manter o Cranston como possível «herói», se não o público desligava. Mas acho que é precisamente isso que não me agarrou na série. Um personagem principal pode, ou deve ser, uma ou outra coisa. Ou vilão ou herói. Até poderia ser uma coisa e depois outra. As duas ao mesmo tempo é que incomodou-me, embora seja mais realista. Se calhar é isso, não gosto assim tanto de realidade na minha ficção.

Posso ainda adiantar que a série tem um óptimo cold open. E uma grande última temporada. O resto é um pouco uma seca.

Tivesse eu público leitor neste blogue e tais declarações seriam dignas de gerar conflito. Se alguém chegar a ler isto (sim, estou a pensar em ti, fofura), acho que não se ralará.

Wednesday, August 17, 2016

despachada: That '70s Show


Já queria rever há algum tempo. Admito que irritava-me a ideia de mudar constantemente de DVD. Abençoado Netflix.

É uma série que gostei e continuo a gostar muito. Foi um prazer voltar a ver as péssimas representações de Laura Prepon e Mila Kunis, acompanhando os devaneios dos mais excêntricos rapazes. Tudo continua a ter piada. Mesmo ouvir BURN de 5 em 5 minutos. E é por isso que se deve julgar a série. Porque o desenrolar não era perfeito, com personagens a aparecerem e desaparecerem ao belo prazer. Em especial irmãs, que duravam sempre pouco tempo. E só uma não se enrolou com o Kelso.

Tirando um ou dois episódios, lembrava-me de quase tudo. Foi das últimas séries que vi na TV. Daí que tenha falhado um par de episódios. Mas a verdadeira boa memória que tenho é da partilha com bons amigos.

Espero guardar para sempre a recordação de receber uma chamada às 2 da manhã, enquanto lia na cama. Porque deitar cedo e ir às aulas de manhã era para totós. A chamada pretendia alertar que a série voltava a dar na TV, depois da pausa entre primeira e segunda temporada. Foi só o tempo de bater à porta do, na altura, companheiro de casa e ir a correr para a cozinha, onde estava o televisor, contendo os risos, dada a hora tardia.

Bons velhos tempos, esses 00s.

Friday, August 5, 2016

despachada: Royal Pains


Uma das poucas séries muito americanas que via. Refiro-me a séries de 40m, sobre médicos, sempre com os mesmos dramas e casos impossíveis.

Comecei a ver pelo actor principal, que conheço desde os tempos do Conrad Bloom, ou até dantes. Apercebi-me quando revi que aparecia no Caroline in the City. Acabei por continuar a ver RP porque o enredo não era mau. Tinha alguns twists interessantes e os elenco de apoio era bom.

Valeu ainda por ter descoberto de onde vinham os meus problemas de estômago, graças a um desses «casos impossíveis». Para quê gastar dinheiro em médicos?

Sunday, July 31, 2016

filme do mês: Julho '16



Before Midnight

Bom regresso a números decentes, num mês em que deveria estar a fazer outras coisas.

Friday, July 29, 2016

estava eu a ver extras de DVD...


So he called me sir. Big deal! I mean... Look, look. What does that mean? What are the implications that after all... that in the eyes of this young kid - couldn't have been... What? 20, 25? - I seemed old? Hey, I can accept that. As people get older they become wiser, more mature. That hasn't happened to me but... You never know. And listen... Parents! You know, you get less of them. Mine are dead. I never have to call them. No more boring sunday dinners. Even my friends are starting to die. And you know, that's alright. Eliminate the dead weight, see. Pair it down to basics. That's how you know who your real friends are. They're the ones that are living. Right? Am I right or am I right, huh, friend?


Monólogo de Jeff Goldblum, duma cena cortada da versão final

Enquanto via estas cenas, estes extras, apercebi-me duma coisa, que acabei por ter que ir confirmar: os actores deste elenco maravilhoso tinham a minha idade, quando o filme saiu.

Eram personagens maduros, cheios de responsabilidades. Começava-lhes a pesar a idade. As pessoas que conheciam começavam a morrer. Eram crescidos.

Pelo menos é como os via, quando descobri o filme há demasiado tempo. Afinal...

Saturday, July 16, 2016

despachada: Seinfeld


Comecei a rever há algum tempo, noutro domicílio. Estava em óptima companhia, mas graças ao meu melhor possível estado de espírito na altura, conjugado com uma tremenda capacidade social, que melhora a olhos vistos, infelizmente não vimos tanto quanto seria possível.

O grande volume de episódios foi sendo abatido pouco a pouco, a ritmo lento. Com o melhorar da série, à medida que ia avançando (na minha mui modesta opinião), o visionamento tornou-se mais desejado. Maior parte despachei nos últimos tempos.

Tenho inúmeras referências da série, como todos teremos. Houve poucos episódios dos quais não tinha memória. Mais ainda, perdi a conta às conversas que tive com amigos, sobre este ou aquele episódio. A série é incontornável, não haja dúvida. Foi um fenómeno e percebe-se porquê.

Vindo tarde para acrescentar o que for, digno de comentário analítico, deixo apenas a impressão que não tive então, apenas agora: são péssimos seres humanos.

Seria óbvio. Acedo que sim. Prova clara é como termina a série. O castigo, por mais que ridículo, é meritório. Não dei por ela. Concentrei-me noutras partes, ignorando por completo todo o maquiavelismo inerente a cada acção. De qualquer um deles.

O que me assusta não é a minha ingenuidade de então. O assustador é que me revejo agora em demasiados momentos e atitudes destes personagens miseráveis.

Serenity now!