Wednesday, August 31, 2016

filme do mês: Agosto '16



Popstar: Never Stop Never Stopping

Até vi coisas bastante interessantes este mês. Mas o meu fraquinho pelo Samberg suplanta tudo.

Friday, August 19, 2016

despachada: Breaking Bad


Pronto! Já vi! Podem largar-me a braguilha.

Demorei demasiado a ver. Demasiadas pessoas têm uma opinião. E sim, é bom, mas esticaram a corda. Tem duas temporadas a mais (estou a olhar para vocês, 3.ª e 4.ª). O personagem do Cranston é inconsistente, estando este facto disfarçado por uma tremenda interpretação. O sidekick é ainda mais inconsistente e fraco, em demasiados momentos. O elenco de apoio, apesar de bom, só está lá por necessidade, não tendo força por si só. E mesmo nas boas temporadas há episódios para encher. O que é estranho, pois esse problema não tende a acontecer em temporadas tão curtas.

Posto isto, Cranston é uma barata que não morre. O que tem piada, tendo em conta que o começo e premissa, mais ou menos, é: vai morrer em breve. No papel de vilão, o que Cranston tende a ser em momentos, confesso que gostei mais do Todd. Esse sim foi uma alegre surpresa. É um vilão como deve ser. Percebo porque existe, ou veio a existir. A ideia era manter o Cranston como possível «herói», se não o público desligava. Mas acho que é precisamente isso que não me agarrou na série. Um personagem principal pode, ou deve ser, uma ou outra coisa. Ou vilão ou herói. Até poderia ser uma coisa e depois outra. As duas ao mesmo tempo é que incomodou-me, embora seja mais realista. Se calhar é isso, não gosto assim tanto de realidade na minha ficção.

Posso ainda adiantar que a série tem um óptimo cold open. E uma grande última temporada. O resto é um pouco uma seca.

Tivesse eu público leitor neste blogue e tais declarações seriam dignas de gerar conflito. Se alguém chegar a ler isto (sim, estou a pensar em ti, fofura), acho que não se ralará.

Wednesday, August 17, 2016

despachada: That '70s Show


Já queria rever há algum tempo. Admito que irritava-me a ideia de mudar constantemente de DVD. Abençoado Netflix.

É uma série que gostei e continuo a gostar muito. Foi um prazer voltar a ver as péssimas representações de Laura Prepon e Mila Kunis, acompanhando os devaneios dos mais excêntricos rapazes. Tudo continua a ter piada. Mesmo ouvir BURN de 5 em 5 minutos. E é por isso que se deve julgar a série. Porque o desenrolar não era perfeito, com personagens a aparecerem e desaparecerem ao belo prazer. Em especial irmãs, que duravam sempre pouco tempo. E só uma não se enrolou com o Kelso.

Tirando um ou dois episódios, lembrava-me de quase tudo. Foi das últimas séries que vi na TV. Daí que tenha falhado um par de episódios. Mas a verdadeira boa memória que tenho é da partilha com bons amigos.

Espero guardar para sempre a recordação de receber uma chamada às 2 da manhã, enquanto lia na cama. Porque deitar cedo e ir às aulas de manhã era para totós. A chamada pretendia alertar que a série voltava a dar na TV, depois da pausa entre primeira e segunda temporada. Foi só o tempo de bater à porta do, na altura, companheiro de casa e ir a correr para a cozinha, onde estava o televisor, contendo os risos, dada a hora tardia.

Bons velhos tempos, esses 00s.

Friday, August 5, 2016

despachada: Royal Pains


Uma das poucas séries muito americanas que via. Refiro-me a séries de 40m, sobre médicos, sempre com os mesmos dramas e casos impossíveis.

Comecei a ver pelo actor principal, que conheço desde os tempos do Conrad Bloom, ou até dantes. Apercebi-me quando revi que aparecia no Caroline in the City. Acabei por continuar a ver RP porque o enredo não era mau. Tinha alguns twists interessantes e os elenco de apoio era bom.

Valeu ainda por ter descoberto de onde vinham os meus problemas de estômago, graças a um desses «casos impossíveis». Para quê gastar dinheiro em médicos?