Sunday, March 31, 2013
Saturday, March 23, 2013
despachada: The PJs
Alguns (eu) consideram que The PJs foi a última coisa decente que Eddie Murphy fez. Desde então e mesmo antes disso, como se sabe, o rapaz andou perdido com uma data de coisas que não interessam. Os primeiros episódios de The PJs continuam muito bons. A partir do momento em que Murphy deixou de dar voz ao personagem principal, a série perdeu-se um bocado. Não deu para ver tudo, que não é fácil de arranjar, mas considero a série despachada na mesma.
despachada: The Ben Stiller Show
The Ben Stiller Show lidera a lista de séries que a Fox devia ter cancelado... nem digo na fase de produção. Antes. Será possível cancelar uma série na fase em que os pais do Ben Stiller estavam a pinocar, há muitos anos atrás?
Eu até gosto de três quartos do elenco. É verdade, eu não odeio o Andy Dick. Só que no meio de 13 episódios de sketches só se conseguir aproveitar a ideia do Cops noutro períodos, tipo época mediaval, é mau demais. Tudo o resto é de deitar fora. No fundo, The Ben Stiller Show era um conjunto de piadinhas de miúdos adolescentes, que não tinham nada para fazer e demasiados recursos para o fazer. Havia um sketch recorrente sobre um cantor romântico que cantava em pig latin. Haja santa paciência.
Saturday, March 16, 2013
despachada: Stark Raving Mad
Antes do Monk ser o Monk e do Barney ser o Barney, ambos eram loucos nesta sitcom. O rapaz à direita também anda a fazer algo com relativo sucesso. Ainda não vi. Já as moças nunca mais fizeram nada com jeito. O que é certo é que o Barney começava a nascer aqui. Mais que não seja, o Dougie Howser passa a usar fatos. Da série lembro-me de alguns momentos de quando vi os episódios soltos na TVI. É curioso. Quando víamos séries naquela altura não havia como confirmar se se seguia a ordem certa, ou sequer se se viam todos os episódios. Tinha visto tudo, afinal.. Pensava apenas ter visto meia dúzia de episódios e afinal despachei a temporada toda na altura. Não deixou de ser agradável de rever.
despachada: Blue Mountain State
Confesso que não tenho 100% de certezas que a série tenha acabado. Espero que não. Durante algum tempo deu-me a dose certa de parvoíce, loucura e m@m@s, para poder aguentar o dia a dia.
despachada: 30 Rock
Quando surgiu 30 Rock fui um dos muitos idiotas que criticou, porque havia uma série «melhor» a estrear ao mesmo tempo, exactamente com a mesma premissa... se bem que um bocadinho mais séria. Mais idiota fui quando a outra foi cancelada e 30 Rock continuou. O que é certo é que sete anos depois ficam umas quantas expressões que acho que vou usar sempre, mesmo que já não saiba de onde vieram. E fica ainda um momento hilariante com Baldwin a filmar algo dentro da ficção.
Esse foi um bom momento.
Wednesday, March 6, 2013
despachada: Chuck
Em tempos tentaram ensinar-me que deve ser-se feliz porque se teve. É mais forte que eu. Fico sempre triste quando algo acaba. No caso, fico triste quando uma boa série termina. Chuck era feito por nerds, para nerds. Tinha o product placement mais descarado que alguma vez vi, mas tinha a ilusão dum geek poder sacar uma miúda lindíssima, de conseguir que a durona se tornasse lamechas. Tinha a loira, a Lisa - The Giftshop Girl, uma outra moça asiática e um chorrilho de outras belas presenças. Tinha um sidekick imparável, tanto em humor como em amizade. Tinha o The Man Called Jayne ao seu melhor nível. Tinha uma data de excelentes referências. E, acima de tudo, tinha o eterno sonho de que um herói não precisa ser um alfa. It was a sweet ride.
Thursday, February 28, 2013
Thursday, January 31, 2013
Monday, January 7, 2013
despachada: Weeds
Começou por ser uma sátira aos subúrbios e à maneira como vemos certas coisas... sociedade, etc. Eventualmente acabou por tornar-se muito mais. A primeira e segunda temporadas são muito boas. A terceira deixava pouco espaço para crescer. Lembro-me do exacto momento em que vi esse último episódio da terceira e pensei que a quarta seria uma trampa. A quarta temporada acabou por ser das melhores coisas que alguma vez vi em televisão, elevando a série a patamares que nunca poderia imaginar. A partir daí surgiram deambulações do que poderia ser a vida destas pessoas. Como elevar a fasquia. Como suplantar o que estava para trás. Em muitos momentos conseguiram. Confesso que desliguei um pouco na sétima temporada. Não que fosse má. Até seria melhor do que 98% do resto que passava na televisão. Só que não era tão boa como as outras. Talvez tenha tido uma ou duas temporadas a mais. O que é certo é que Weeds é das melhores coisas a alguma vez passar na pequena tela. E lutarei na neve, com vidros colados aos punhos, com quem disser o contrário.
...
Vou sentir saudades do Andy e dos seus constantes discursos meio enlouquecidos, completamente broados, que pareciam não ir a lado nenhum... que tinham mais direcção que maior parte das vidas.
Tuesday, January 1, 2013
top dos filmes do ano de 2012
Este ano, como vi muitos filmes, decidi alargar para um top 10. Segue abaixo esse top dos filmes de 2012:
1. The Avengers
2. The Avengers
3. The Avengers
4. The Avengers
5. The Avengers
6. The Avengers
7. The Avengers
8. The Avengers
9. The Avengers
10. The Avengers
O «ano perfeito».
Em nada que não ver um filme por dia em média, entenda-se. Tirando isso foi só mais um ano atroz. Terminou, por fim. Dele ficam as memórias de óptimos filmes. Uns quantos Woody Allen, todos os Bond, animações aos fins-de-semana de manhã, entre bastantes outros, para além dos desta lista:
Chronicle
Like Crazy
Haywire
21 Jump Street
The Muppets
Project X
Ted
Bacholerette
The Cabin in the Woods
Esqueci-me duma data deles, concerteza. Este foi um primeiro, rápido levantamento. O melhor foi ali o de cima, sem dúvida. Deste ano e de todos os outros. Agora, depois de ver os Avengers em filme e depois de conseguir fazer o pleno, o «ano perfeito», não há muito mais a ambicionar.
1. The Avengers
2. The Avengers
3. The Avengers
4. The Avengers
5. The Avengers
6. The Avengers
7. The Avengers
8. The Avengers
9. The Avengers
10. The Avengers
O «ano perfeito».
Em nada que não ver um filme por dia em média, entenda-se. Tirando isso foi só mais um ano atroz. Terminou, por fim. Dele ficam as memórias de óptimos filmes. Uns quantos Woody Allen, todos os Bond, animações aos fins-de-semana de manhã, entre bastantes outros, para além dos desta lista:
Chronicle
Like Crazy
Haywire
21 Jump Street
The Muppets
Project X
Ted
Bacholerette
The Cabin in the Woods
Esqueci-me duma data deles, concerteza. Este foi um primeiro, rápido levantamento. O melhor foi ali o de cima, sem dúvida. Deste ano e de todos os outros. Agora, depois de ver os Avengers em filme e depois de conseguir fazer o pleno, o «ano perfeito», não há muito mais a ambicionar.
Monday, December 31, 2012
filme do mês: Dezembro '12
Podia ter sido muita outra coisa. Este não é o melhor. Foi o perfeito no momento necessário. E nada bate uma combinação de tal ordem.
10 Years
Sunday, December 30, 2012
despachada(s): Life on Mars/Ashes to Ashes
Durante demasiado tempo desconheci a existência destas séries. Não tinha ideia sequer da versão americana de curta duração. Com muita pena, entenda-se. Porque tanto a primeira série nos anos 70, como o spin-off nos anos 80, são ambas muito boas. E completas, como só séries britânicas conseguem ser. Ou seja, têm um princípio, meio e fim. Ainda não sei se gosto do fim. Estou a habituar-me. Acho que desagradava-me quando via mais porque implicava que a série ia terminar. Com mesmo muita pena, entenda-se.
O cavalheiro à esquerda na imagem é o personagem principal da primeira série, a homónima à canção Life on Mars. É um polícia de dois mil e meios que é atropelado, acordando na dita década, trabalhando na mesma esquadra onde era chefe, mas agora para um polícia meio salafrádio chamado Gene Hunt. No início odeia-o, mas aprende a respeitá-lo e a querer ser como ele. A belíssima moça à direita na imagem vê-se no mesmo imbróglio, mas pior, indo parar aos famigerados anos 80. Ao início também odeia Hunt, tendo já conhecimento de relatos do personagem. Mais à frente na série (não muito) quer ir para a cama com ele.
Sim, o personagem de Gene Hunt é incrível. E é mesmo com uma tremenda pena que despeço-me dele... e deles. Vou ter saudades dos enredos por vezes rebuscados, mas sempre com objectivo. Vou ter saudades dos finais de temporada que não só resolviam todas as questões pendentes, como eram boas e enormes surpresas de história. Vou até ter saudades de alguns momentos bem maus, de actores mediocres, coisa que passou-se muito no início.
Demorei imenso tempo a ver o último episódio... porque não queria que acabasse.
Tuesday, December 25, 2012
despachada: The Wonder Years
Tive duas séries marcantes no início da adolescência. Esta e Doug. Lembro-me de as ver nos sábados de manhã, na televisão só minha, acabadinha de ser oferecida. Recepção má. Ter que sair do quente da cama para orientar as antenas, enfiadas à pressão num cubículo dum simples armário, meio tortas. Havia uma posição para elas, que quase nunca variava, assim como havia uma posição para mim, dentro do quente da cama. Vista agora, The Wonder Years traz um misto de emoções. Por um lado é surpreendente a quantidade de coisas que acabei por aprender, e a maneira como cenas da série influenciaram a maneira como vejo certas coisas, certas relações. Tenho dois ou três momentos que ficaram na memória, mesmo sem saber enredo ou contexto. O murro no ombro do bully era a minha imagem da série. Mais que não seja há o saudosismo da altura em que a vi, não da altura em que se passa. Não faria sentido se assim não fosse. Por outro lado é mau ver a série agora, com uma frieza que cresceu de anos de ver séries a vulso, vendo numa altura em que já não é para a minha faixa etária, em que as mensagens morais já não são para mim. E é ver que Fred Savage era um actor horrível, que ainda por cima sofria do problema que advinha de ter um voz-off sempre presente: pausas longas, falas simples, sempre a dar espaço para o outro actor (não presente) entrar. O que é certo é que The Wonder Years teve uma data de gente a aparecer num ou outro episódio. Alguns em mais. Certo actores não foram a lado nenhum, como até é o caso de maior parte dos principais. Outros nomes como David Schimmer, Seth Green, Paula Marshall, Juliette Lewis, Carla Gugino, Giovanni Ribisi ou mesmo um muito, mas muito novo Kevin Bacon, acho que andam por aí, a fazer uma coisa ou outra. O próprio Savage, esse ainda tentou acabar com a maldição das crianças actores, mas limitou-se a conseguir fazer o Working. Teve duas temporadas. Ficam as memórias e a música maravilhosa do Cocker.
Thursday, December 13, 2012
despachada: Men of a Certain Age
Com esta série, Ray Romano conseguiu criar uma nova espécie de underdog. Temos três caramelos que queixam-se da vida. Ao início até temos pena deles, porque não concretizaram os seus sonhos e tudo mais. À medida que os vamos conhecendo melhor, percebemos que se estão num qualquer buraco, acaba por ser apenas e só por culpa própria. Estes caramelos só estão bem na m€rd@ e, como tal, tendem sempre a estragar tudo o que o Universo atira-lhes para o colo. Então em que sentido são underdogs? Porque acabamos por gostar deles na mesma. Porque nos identificamos. Porque se há uma certeza na vida é que as pessoas estragam tudo. As coisas até são simples e fixes, mas o ser humano encontra sempre alguma forma de as estragar. Por sorte, em quase todas as ocasiões, os três caramelos safam-se. Apenas e só. Porque por eles a coisa corre mal. O Universo é que acha-lhes piada (ou à série, não sei) e recompensa-os no fim. Tudo isto na história da série. Já na vida real foi cancelado porque não tinham audiências suficientes.
Para finalizar, diga-se que terminou como começou: com o Romano em sofrimento.
Sunday, December 9, 2012
despachada: Greg the Bunny
Greg the Bunny não é o típico programa sobre bonecos. Para todos os efeitos, nesta realidade, são pessoas como as «normais». São vítimas de discriminação. Bebem, fumam e... errr... fazem outras coisas. E têm um programa de televisão que sim, será algo como a Rua Sésamo. Alguns são amorosos, outros nem por isso. Há estrelas e alguns humildes. Não querem ser chamados de socks.
A série não teve tempo para desenvolver. E viu-se que sofreu demasiadas pequenas alterações, aqui e ali, claramente encomendadas pelo canal. É o problema de ser uma série um pouco baseada em talento e improvisação. Não que os episódios não estivessem estruturados. Penso é que terão vendido a ideia à base da improvisação, que tem piada, mas quando foi para escrever uma coisa mais limpa, mais cuidada, para poder ser mostrado em TV, acabou por perder qualidade. Eu estava a gostar dos personagens. Um ou outro não fazia nada por mim. Alguns teriam potencial para levar-me às lágrimas. Em especial a tartaruga Tardy. Que boneco incrível. Que personagem hilariante. Espero que ainda possa aparecer noutro sítio qualquer. A sério.
Monday, December 3, 2012
despachada: Good Vibes
Formas peculiares de saber de séries: Estar a ver vídeos de mesas de debate com o elenco do Firefly/Serenity no YouTube (neeeeeeeeeeeerd!!). Numa delas o Alan Tudyk dava parafernália dos seus vários projectos a quem fazia perguntas. Folhas do guião do Transformers e coisas assim. Entre os itens estava ilustrações dos personagens. Creio que na altura a série ainda ia estrear. Hoje em dia está morta e enterrada, depois duma curta dose de 13 episódios. E confesso que não tenho grande opinião sobre como me sinto em relação à sua curta vida / célere morte. Se alguns episódios até fizeram-me esboçar um sorriso, maior parte das vezes nem me lembrava que isto existia. Via episódios porque ia à procura de algo para ver. Talvez tivesse pernas para desenvolver para algo que via-se, mesmo que não marcasse. Se tivesse surgido há uns anos atrás, só agora seria cancelada. Ok. Sim. Seria cancelada exactamente na mesma altura, porque hoje em dia os miúdos são mais exigentes (parvos, entenda-se), mas teria durado mais tempo.
Friday, November 30, 2012
filme do mês: Novembro '12
ALERTA: O trailer é daqueles maus que revela demasiado do filme.
Podia e até devia ser o Love and Death, mas pela enorme surpresa é mesmo o End of Watch.
Sem grande esforço, mas com algum jeitinho, teria quebrado dois recordes este mês. Quebrei o de mais filmes vistos num ano e nem dei por isso. E quase que quebrava o de mais filmes vistos num mês. Não sei que tem Novembro (para além dum feriado que, infelizmente, deixará de existir), mas nos últimos anos tem sido dos mais rentáveis em termos de visionamento. [É favor ignorar o fatídico ano de 2008, em que não vi um sequer.]
Podia e até devia ser o Love and Death, mas pela enorme surpresa é mesmo o End of Watch.
Sem grande esforço, mas com algum jeitinho, teria quebrado dois recordes este mês. Quebrei o de mais filmes vistos num ano e nem dei por isso. E quase que quebrava o de mais filmes vistos num mês. Não sei que tem Novembro (para além dum feriado que, infelizmente, deixará de existir), mas nos últimos anos tem sido dos mais rentáveis em termos de visionamento. [É favor ignorar o fatídico ano de 2008, em que não vi um sequer.]
Tuesday, November 27, 2012
despachada: Animal Practice
Serve para provar que os melhor planos mesmo assim não são garantia de sucesso. A série tinha tudo para dar certo. Dois actores muito engraçados, três ou quatro secundários desconhecidos do grande público mas com um potencial enorme, animais fofinhos, uma miúda gira que se farta e um macaquinho incrível que é amigo, assistente e melhor sidekick de sempre. Porque é que não funcionou? Bem, não sou um perito nestas coisas e há uma data de factores que não tenho presente. Em que horário estava, antes e depois do quê, contra que outros programas, que tipo de publicidade foi feita, etc. Sei que foi das mais faladas e com melhores hipóteses de sobreviver, na altura em que as novas séries foram anunciadas. Se tivesse que apostar em alguma, apostaria nesta, com certeza. Só que não foi extraordinária logo à cabeça. Demorou a arrancar. Talvez tivesse também o defeito de ter uma data de coisas boas de outros sítios, apenas coladas com cuspo. Poder-se-á dizer que o personagem principal era um House, mas em mau. A cena do macaquinho já tinha sido vista no Friends. O personagem asiático era uma espécie de Chang, do Community. O que é certo é que não conseguiram agarrar logo nos primeiros episódios. E assim se deu a morte dos artistas.
Thursday, November 8, 2012
Wednesday, October 31, 2012
Sunday, September 30, 2012
despachada: The 4400
Devia ter visto esta série há muito mais tempo. É que 4400 é o que Heroes devia ter sido mais, e tem cenas aqui, que deram primeiro aqui, que depois apareceram noutras coisas que gostei e propaguei. Antes de uma cena em particular ter acontecido no Rising Stars (banda desenhada), aconteceu aqui. E agora já percebo o alarido que houve na altura, com o consequente atraso nos últimos números. Não que 4400 seja especialmente genial ou que seja o exemplo para todo o outro tipo de histórias deste nível, onde pessoas começam a ganhar poderes. Esta série começou bem e soube trabalhar o mistério da origem dos poderes. Aliás, ao início a história passa apenas por 4400 pessoas que desapareceram ao longo de décadas e que voltam ao presente, todas ao mesmo tempo, sem terem envelhecido um dia que seja. A partir daí começam a surgir poderes, e o governo tem que fazer alguma coisa. Esta premissa tinha piada. Até que decidiram dar uma origem e explicação ao acontecimento, estragando tudo. A partir daqui os maus da fita tornaram-se bons da fita, para depois tornarem-se maus/bons/maus/bons/etc. vez e vez sem conta. O mesmo para os bons da fita que, volta e meia tinham poderes, só para depois os perderem, para depois talvez voltarem a ter, mas sem os efeitos secundários anteriores. Criou-se não um, nem dois, mas uma data de futuros muito negros onde pessoas com poderes andavam à porrada com pessoas sem poderes, com o planeta a ser destruído no processo. E lá está, consoante o lado em que certos personagens estavam, em cada um deste futuros tanto eram os que estavam a «ganhar», como até podiam ter morrido entretanto. No fundo, o que estragou tudo foi a continuidade, porque enquanto iam resolvendo um caso de cada vez, 4400 via-se bem.
Monday, September 10, 2012
despachada: Wonderfalls
Esta séria tem a Caroline Dhavernas, provavelmente a miúda mais gira a alguma vez aparecer na televisão. Para além de que ainda tem a Kaylee a partir de meio da primeira e única temporada. Wonderfalls até podia ser sobre pessoas que fazem colecção de escaravelhos, o que é certo é que estava destinado a gostar. Mesmo ignorando esta condição universal, a série tem um óptimo elenco e é genuinamente divertida. Eu gosto de fantasia, deste tipo de fantasia. E uma miúda que, de repente, começa a ouvir bonecos inanimados a darem-lhe conselhos, para que ainda por cima possa melhorar a vida das outras pessoas - tudo feito de forma bastante relutante, atenção -, irá sempre agradar os meus «sentidos televisivos». Mais uma fixe a morrer antes do seu tempo. O mundo é demasiado injusto.
Sunday, September 9, 2012
despachada: Best Friends Forever
A amiga super irritante divorcia-se e vai viver com a melhor amiga de sempre e para sempre e o seu quase marido. A melhor amiga é só um bocadinho menos super irritante que a melhor amiga de agora e para todo o sempre. As duas juntas são um inferno de histerismo e rápidas conversas que levarão maior parte dos homens à loucura. Mesmo alguns homossexuais. E não é que BFF é divertido? Era, deveria dizer era. Era mesmo. Bastante. Meio parvo, vá, mas nunca tive muitos problemas com isso.
despachada: I Hate My Teenage Daughter
A coisa boa que pode dizer-se desta série é que a mensagem passa demasiado facilmente. Dez segundos dentro do primeiro episódio e eu já queria matar as duas adolescentes. Depois, queria matar todas as pessoas envolvidas neste projecto. E, por último, queria matar-me a mim, porque obriguei-me a ver sete episódios desta trampa só porque acho piada à Jaime Pressly.
despachada: Ellen
Da primeira para segunda temporada mudaram o elenco feminino todo e algumas premissas. Ellen passa de empregada a dona da livraria, por exemplo. Algures a meio da terceira temporada, se a memória não me falha, o último dos originais, tirando a própria, também desaparece da série. A partir daí (e mesmo já «durante aí») foi piadola atrás de piadola a sugerir que a personagem era lésbica, até que finalmente sai do armário. A partir desse momentos, a personagem passou de totó engraçada para muito irritante e prepotente, com toda a série virada apenas e só para o facto de que ela é lésbica. Não tenho problemas com séries gay. Eu vi o Will & Grace e até alguns episódios do Sexo e a Cidade. O meu problema é que gostava dos personagens secundários. E eles deixaram de aparecer. Felizmente (e atenção que eu gostava disto em miúdo e ainda hoje em dia cito algumas cenas), Ellen só durou cinco temporadas. Infelizmente, ela foi fazer um talk show.
despachada: Dead Like Me
Numa altura em que séries sobre a morte estavam na moda, uma miúda muito estranha foi protagonista duma. Curioso como a carreira dela morreu após o final. Talvez tenha sido por opção. O que é certo é que é esquisito. Quase tão esquisito como eu não saber da existência disto. Georgia Lass é uma miúda de 18 anos completamente apática para com o mundo. E o universo bem que deu-lhe razão para o ser, porque mal decidiu sair da faculdade, a meio do primeiro dia do seu trabalho part-time que já odiava, Georgia leva com um tampo de sanita na testa, directamente duma estação espacial. Após esta morte algo peculiar, Georgia torna-se numa grim reaper, libertando as almas dos que estão prestes a morrer, e encaminhando-as em direcção às suas respectivas luzes. Dead Like Me era divertido, por muito que um dos papéis estivesse mal definido, já que a actriz que interpretava a primeira versão saiu lá para o terceiro episódio. A primeira temporada poderá ser algo fraquita, sempre a bater na tecla que Georgia odeia também o seu novo trabalho (foçado) - não sei qual é o problema, eu não me importava de o ter, eu até o part-time não me importava de ter -, mas para a segunda temporada deixaram-se de tretas e a coisa ganhou bastante consistência. E o genérico é genial. Adoro o genérico.
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